sábado, 23 de maio de 2015

Estados Unidos vão ao Pan com seleção sub 21

Estados Unidos anunciam através de seu portal www.usabasketball.com, as 12 atletas (todas com idade entre 19 e 21 anos) que disputarão os Jogos Panamericanos em Toronto.



Breanna Stewart foi destaque na final da NCAA, onde sagrou-se campeã por Connecticut.



A pivô Alaina Coates é jogadora atleta mais alta, com 1,93 m.




O Brasil estréia nos jogos contra esta seleção, no dia 19 de julho.

Clarissa estreou no Chicago Sky



Na noite desta sexta feira, Clarissa dos Santos fez sua estreia na WNBA pelo Chicago Sky.

Em apenas 9 minutos, a pivô anotou 8 rebotes (melhor em sua equipe), converteu 2 pontos (1/1) e deu 1 assistencia.

Quanta feira 27 de maio, novo jogo da pré-temporada, agora contra o Los Angeles Sparks.


Segue o scoreboard completo do Chicago

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Zanon convoca seleção para o Pan

O treinador Luiz Augusto Zanon convocou, nesta sexta-feira (dia 22), a Seleção Brasileira Adulta Feminina que disputará os 17º Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, entre os dias 16 e 20 de julho. A apresentação está marcada para o dia 4 de junho (quinta-feira), às 12h de Brasília, no Noumi Plaza Hotel (Avenida Júlio de Mesquita, 115 – Cambuí), em Campinas (SP). O grupo realizará os treinamentos até o dia 6 de julho, em tempo integral, no Tênis Clube de Campinas (Rua Coronel Quirino, 1346 – Cambuí).

“Com a ausência das quatro pivôs que foram para a WNBA (Érika de Souza, Nádia Colhado, Damiris Amaral e Clarissa dos Santos), da aposentadoria da armadora Adrianinha Moisés e da cirurgia realizada pela ala Tatiane Pacheco, que ficará afastada por seis meses, tivemos que reformular o grupo que disputou o Mundial da Turquia, em 2014”, explicou Zanon. “Dessa forma, vamos formar uma seleção com a experiência das pivôs Kelly Santos, Gilmara Justino e Karina Jacob, que esteve no grupo que disputou o Sul-Americano do Equador, no ano passado, além da jovem pivô Leticia Viviane, que se destacou na LBF 2014-2015. Também estamos tendo o retorno da armadora Tássia Carcavalli, medalha de bronze do Mundial Sub-19 do Chile, em 2011", completou.

O embarque para Toronto está marcado para o dia 6 de julho no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. De 7 a 15 de julho a equipe realizará treinos e amistosos no Canadá. O Brasil está no Grupo "A" e faz sua estreia contra os Estados Unidos no dia 16 de julho. Na sequência, enfrentam Porto Rico (17) e República Dominicana (18). O Grupo "B" é composto por Canadá, Cuba, Argentina e Venezuela. As Semifinais serão dia 19 e as disputas por medalhas no dia 20. Os dois primeiros colocados de cada chave avançam à semifinal.

O basquete é o esporte coletivo com o maior número de medalhas de ouro (8) na história do Pan-Americano e no total (24). A seleção adulta feminina esteve presente em quatorze edições da competição feminina e soma onze medalhas conquistadas. A equipe feminina foi campeã em Winnipeg, no Canadá (1967); em Cáli, na Colômbia (1971); e em Havana, Cuba (1991). As meninas foram quatro vezes medalha de prata e quatro de bronze. No Pan do Rio (2007), O Brasil ficou com a medalha de Prata.



De acordo com o regulamento da competição, na primeira fase as equipes jogam entre si, em turno único, nos seus respectivos grupos. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a semifinal, no sistema de cruzamento olímpico: A1 x B2 e B1 x A2. Os vencedores decidem o título, enquanto os perdedores disputam a medalha de bronze.

Nome - Posição - Idade - Altura - Clube - UF
Carina dos Santos Martins - Armadora - 23 anos - 1,72m - ADC São Bernardo (SP) - SP
Débora Fernandes da Costa - Armadora - 23 anos - 1,64m - São José Desportivo (SP) - SP
Fabiana Caetano de Souza - Pivô - 24 anos - 1,92m - ADCF Unimed Americana (SP) - SP
Gilmara Justino - Pivô - 34 anos - 1,83m - ADCF Unimed Americana (SP) - SP
Isabela Ramona Lyra Macedo - Ala - 21 anos - 1,80m - São José Desportivo (SP) - BA
Jaqueline de Paula Silvestre - Ala - 29 anos - 1,78m - Basketball Santo André (SP) - SP
Joice dos Santos Coelho - Ala - 22 anos - 1,81m - São José Desportivo (SP) - RJ
Karina da Silva Jacob - Pivô - 29 anos - 1,85m - São José Desportivo (SP) - RJ
Kelly Santos Muller - Pivô - 35 anos - 1,93m - Sport Club do Recife (PE) - SP
Leila Zabani - Ala - 24 anos - 1,82m - Basquete Jaraguá (SC) - SP
Letícia Viviane Dias Rodrigues - Pivô - 20 anos - 1,90m - Maranhão Basquete (MA) - SP
Patrícia Teixeira Ribeiro - Ala - 24 anos - 1,75m - São José Desportivo (SP) - SP
Tainá Mayara da Paixão - Armadora - 23 anos - 1,72m - Uninassau/América Basquete Recife (PE) - SP
Tássia Pereira de Souza Carcavalli - Armadora - 22 anos - 1,80m - Basketball Santo André (SP) - SP

Média de idade: 25,2 anos
Média de idade: 1,80m


Diretor: Vanderlei Mazzuchini Junior
Administrador: Bruno Gomes de Valentin
Técnico: Luiz Augusto Zanon
Assistente Técnico: Cristiano Cedra
Preparador Físico: Clóvis Roberto Rossi Haddad
Fisioterapeuta: Milena Gomes Perroni Challa





Data: 4 de junho (quinta-feira)
Horário: 12h de Brasília
Local: Noumi Plaza Hotel
Endereço: Av. Júlio de Mesquita, 115 - Cambuí - Campinas/SP


Período: 4 de junho a 6 de julho
Local: Tênis Clube de Campinas
Endereço: Rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí - Campinas/SP

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Três brasileiras da FirstPick participam de training camps da WNBA

Érika de Souza e Nádia Colhado, do Atlanta Dream, e Clarissa dos Santos, com o Chicago Sky, se preparam para início dos jogos
A temporada de 2015 da WNBA começa só no dia 05 de junho, mas as equipes já começaram a trabalhar. Neste ano, a liga norte-americana pode ter quatro brasileiras em suas quadras e três delas estão ligadas à FirstPick Basketball Management, agência de gerenciamento esportivo com foco em basquete feminino.

Érika de Souza, Nadia Colhado e Clarissa dos Santos estão nos Estados Unidos e começaram os treinos com suas respectivas equipes. As duas primeiras se apresentaram ao Atlanta Dream, enquanto a pivô, que é a atual MVP da Liga de Basquete Feminino (LBF), chegou a Chicago para treinar com o Sky.

As três atletas se encontram em diferentes situações na WNBA e cada uma tem um alvo diferente a atingir com os training camps. Enquanto Érika já é nome certo no quinteto titular do time comandado pelo técnico Michael Cooper, Nádia busca se consolidar e ganhar mais confiança no elenco de Atlanta, apesar de ter lugar reservado entre as 12 que jogarão a temporada regular.

Para Érika, que entra em sua décima temporada do campeonato norte-americano, o oitavo com o Dream, o foco no momento é se readaptar ao jogo com suas companheiras, uma vez que seu último compromisso com a equipe foi no dia 26 de agosto de 2014, no terceiro jogo da semifinal de conferência contra o Chicago Sky.

"Estamos trabalhando em nos entrosar novamente. Apesar de eu já estar acostumada a jogar com as minhas companheiras do Dream, esse tempo que ficamos afastadas precisa ser retomado, assim ficaremos bem alinhadas para o nosso único objetivo: sermos campeãs", avalia Érika de Souza.

Para Nadia, um bom rendimento no training camp pode dar à jogadora mais espaço e tempo de quadra. Em 2014, a pivô aturou em 16 jogos e colecionou médias de 7,8 minutos, 2,8 pontos e 1,6 rebote por partida.

"2014 foi um ano de muito aprendizado para mim aqui na WNBA, agora eu quero mostrar que sou uma boa aluna e colocar tudo isso em prática. Meu objetivo é conquistar espaço e ajudar o Atlanta Dream da melhor maneira que eu puder", diz a jogadora.

Já Clarissa tem uma importante empreitada nessas aproximadamente duas semanas de treinos. A jogadora conseguiu uma vaga no training camp do Chicago Sky, espaço encontrando por Fabio Jardine, agente da FirstPick.

"A Clarissa tem um talento único, é versátil, persistente e tem mudado muito o seu jogo ao longo dos últimos dois anos. Ela hoje joga muito bem na posição quatro também, aprimorou muito o seu arremesso e agilidade e esses fatores a trouxeram para a WNBA", afirma Jardine.

Diante dos comandos da técnica Pokey Chatman, Clarissa tem a chance de treinar ao lado de importantes nomes do basquete feminino internacional, como Elena Delle Donne e Cappie Pondexter. A brasileira também aproveita da companhia de Tamera Young, contra quem jogou no Brasil, durante a temporada 2014/2015 da LBF.

"É sempre uma oportunidade. Estou dando o meu melhor para tentar conseguir um lugar nesse time. Tenho essa chance incrível de jogar por aqui e espero aproveitar o máximo possível", afirma Clarissa.

A pré-temporada começa no dia 22 de maio para as jogadoras da FirstPick Basketball Management. A temporada regular terá início no dia 05 de junho.

Sem patrocínio, basquete brasileiro atravessa crise financeira

Assustadora essa matéria publicada no site EBC,

Veja aqui!

São José Basquete dependerá da iniciativa privada

Matéria do site Jogando Juntos: aqui!

Érika de Souza assiste jogo do Atlanta Hawks na Phillips Arena


A jogadora brasileira Érika de Souza já está em Atlanta, nos Estados Unidos, a fim de se preparar para a nova temporada da WNBA (liga norte-americana de basquete feminino) com o Atlanta Dream. Na noite desta quinta-feira (20/05), a pivô aproveitou a folga à noite para ir até a Phillips Arena prestigiar o Atlanta Hawks no primeiro jogo da final da conferência Leste da NBA, contra o Cleveland Cavaliers.

Junto à sua companheira de equipe também brasileira, Nadia Colhado, e de outra atleta do basquete feminino nacional, Joice Coelho, que viajou para os Estados Unidos nas férias, Érika foi caracterizada para torcer pela "franquia-irmã" do seu Atlanta Dream.

No dia 07 de junho, a pivô volta para a Phillips Arena, mas dessa vez não para assistir um jogo e sim entrar em quadra na primeira partida em casa da sua equipe na temporada de 2015 da WNBA.

Antes disso, no dia 05 de junho, o Atlanta Dream joga contra o New York Liberty, no Madison Square Garden, na estreia na nova edição do torneio. Essa será a décima temporada de Érika de Souza na WNBA, a oitava com o Atlanta Dream.

terça-feira, 19 de maio de 2015

As Memórias do Pan de Maria Helena Cardoso



Campeã como jogadora e como técnica, Maria Helena Cardoso deixou seu nome gravado na história da Seleção Brasileira Adulta. Ao lado de grandes nomes do basquete feminino como Norminha e Heleninha, Maria Helena fez parte de uma geração vencedora do esporte nas décadas de 60 e 70. Como jogadora da Seleção Brasileira, a ala-pivô foi fundamental na conquista do bicampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Cali, em 1971, na Colômbia. 

A participação nacional no Pan-Americano de Cali foi marcada pela conquista do lugar mais alto no pódio no basquete masculino e no feminino. 

"Foi uma conquista de muito valor, pois conseguimos um feito inédito com a conquista dupla do basquete feminino e masculino. Havíamos acabado de disputar o Campeonato Mundial de São Paulo (Brasil/1971) e começamos a ser conhecidas pelo mundo. Estávamos entrosadas e bem treinadas, mas quando você sai de uma competição como um Mundial e tem sucesso, é normal relaxar e achar que os próximos jogos serão fáceis. Conseguimos resolver e nos reencontrar depois da derrota para o Canadá (69 a 63). E conquistamos de forma brilhante essa medalha sobre Cuba (66 a 62)", contou Maria Helena.

Em 1971, Maria Helena estava com 31 anos e no auge da carreira, mas a primeira vez que defendeu a categoria adulta tinha apenas 16 anos. No ano seguinte, viria a se tornar professora. 

"Estava no auge da carreira como jogadora em Cali. Esse título marcou minha vida como atleta. Eu tinha apenas 16 anos na primeira vez que defendi a equipe adulta na conquista do bronze no Campeonato Sul-Americano (Equador/1956). Aos 17 anos me formei como professora. Tenho formação em Educação Física e Pedagogia. E me transformar em técnica aconteceu de forma natural para mim. As jogadoras dizem que na época que eu jogava já tinha o jeitão de técnica, mas porque sempre fui uma jogadora que gostava do coletivo", pontuou. "Sou de uma família muito grande, de dez irmãos, e tínhamos que trabalhar em equipe. E como meus pais não tinham muito dinheiro, precisávamos dividir tudo e com isso trabalhar o coletivo. Sempre vivi em um ambiente de equipe dentro de casa. Acho que isso me ajudou como jogadora e depois como técnica", completou a ex-jogadora.

Os Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991, também foram de conquistas para o basquete feminino brasileiro. Com nomes que perduram até hoje, como Paula, Hortência e Janeth, o Brasil bateu as donas da casa na final por 97 a 76 e levou o ouro. As jogadoras, inclusive, receberam as medalhas das mãos do presidente Fidel Castro.

"Nunca imaginei que depois de 20 anos voltaria a conquistar uma medalha. Se tivessem me dito em 1971 que isso ia acontecer, não acreditaria. A nossa preparação contou com grupo de jogadoras de muito talento e super preparadas. No primeiro jogo a vontade era tão grande que a ansiedade quase atrapalhou. Acho que elas acreditaram que ganhariam o título no primeiro jogo. Na estreia contra os Estados Unidos perdíamos de 21 a 5. No tempo técnico chamei o grupo na responsabilidade. Conseguimos encontrar o eixo a tempo e virar o jogo ainda no primeiro tempo. Com o time completamente diferente alcançamos a primeira vitória. Depois, passamos por Canadá, Cuba e Argentina na primeira fase. Batemos novamente o Canadá na semifinal e ganhamos de Cuba mais uma vez na decisão. Essa equipe era tão boa que podia inventar as jogadas na hora que elas faziam de forma extraordinária", frisou. 

Na partida semifinal entre Estados Unidos e Cuba, as brasileiras estavam na plateia, quando tocou uma trombeta para anunciar a chegada de Fidel. A partida parou para a entrada do cubano.

"Todo mundo parou para aplaudir. Cuba que vinha perdendo a partida para os Estados Unidos se transformou, virou o jogo e foi para final. Na volta para a concentração vi que as jogadoras ficaram impressionadas com a reação cubana e começaram a se perguntar o que aconteceria se Fidel também fosse assistir a partida delas contra as adversárias. Mas era também o dia da final do beisebol e esse era um esporte muito popular em Cuba. Imaginamos que ele não fosse. Virei para as jogadoras e mandei elas relaxarem. Disse que não adiantava ficar pensando na possibilidade. Na hora do jogo faríamos o que tínhamos ido fazer", relembrou a técnica.

O governante de Cuba ainda tentou conversar com a dupla Paula e Hortência antes do jogo, mas Maria Helena não permitiu que ele se aproximasse. Durante a entrega das medalhas, Fidel brincou com Hortência e Paula. A cena se mantém como um dos momentos marcantes da participação brasileira em Pan-Americanos e também na carreira das jogadoras.

"Não deu outra. Na hora do aquecimento tocou a trombeta e Fidel entrou no ginásio. As brasileiras começaram a se olhar assustadas. Antes de ir para a Tribuna de Honra, Fidel desceu as escadas e ficou na beira da quadra chamando Paula e Hortência para conversar. Mas disse que na hora do aquecimento não poderiam deixar o grupo. Caminhei em direção a ele diante dos olhares curiosos das meninas. Quando cheguei perto de Fidel logo perguntou quem eu era. Me apresentei e escutei um "Sinto muito, mas hoje quem ganha é Cuba". Só respondi que primeiro jogaríamos e que se Cuba ganhasse, estariam de parabéns. Se ele tivesse falado essa frase para as duas, provavelmente, teriam se desesperado. Repeti para elas que tínhamos trabalhado muito e que merecíamos aquela medalha. Tive fé e sabia que ia ganhar quem merecesse mais", destaca. "Depois da partida, Fidel brincou e disse que não queria entregar a medalha para as duas porque eram bruxinhas. Por isso não erravam os alvos, mas acabou reconhecendo e se rendeu ao encanto da dupla. Foi uma vitória muito linda e a repercussão foi grande e é lembrada até hoje, depois de 24 anos".

A conquista nacional desta geração de 1991 foi o resultado de uma trajetória do basquete feminino que começou em 1979, no Pan de San Juan, quando a equipe brasileira conquistou o quarto lugar. Depois, em Caracas (1983), na conquista do bronze e em Indianápolis (1987), a prata. 

JOGOS PAN-AMERICANOS DE CALI (COLÔMBIA) 
Data: 2 a 12 de agosto de 1971 

Delegação do Brasil 
Benedita Anália de Castro (9pts / 2 jogos), Delcy Ellender Marques (74pts / 6j), Elza Arnellas Pacheco (40pts / 6j), Jacy Boemer Guedes de Azevedo (12pts / 4j), Laís Elena Aranha da Silva (28pts / 6j), Maria Helena Campos "Heleninha" (8pts / 5j), Maria Helena Cardoso (40pts / 6j), Marlene José Bento (42pts / 5j), Nadir Lea Bazzani (18pts / 2j), Nilza Monte Garcia (95pts / 6j), Norma Pinto de Oliveira "Norminha" (67pts / 6j) e Odila Fernandes de Camargo (15pts / 5j). Técnico: Waldir Pagan Peres. 

Campanha do Brasil 
Brasil 98 x 45 Colômbia 
Brasil 63 x 69 Canadá 
Brasil 65 x 61 México 
Brasil 64 x 60 Estados Unidos 
Brasil 86 x 52 Equador 
Brasil 66 x 62 Cuba 

Classificação final 
1º- Brasil; 2º- Estados Unidos; 3º- Cuba; 4º- México; 5º- Canadá; 6º- Equador; 7º- Colômbia. 

JOGOS PAN-AMERICANOS DE HAVANA (CUBA)
Data: 03 a 18 de agosto de 1991 

Delegação do Brasil 
Adriana Aparecida dos Santos (12), Ana Lúcia Mota (7), Hortência de Fátima Marcari (133), Janeth dos Santos Arcain (87), Joycenara Baptista (7), Maria Paula Gonçalves da Silva (110), Marta de Souza Sobral (92), Nádia Bento Lima (24), Roseli do Carmo Gustavo (5), Ruth Roberta de Souza (23), Simone Pontello (9) e Vânia Hernandes de Souza (9). Técnica: Maria Helena Cardoso.

Campanha do Brasil 
Brasil 87 x 84 Estados Unidos 
Brasil 74 x 66 Canadá 
Brasil 90 x 87 Cuba 
Brasil 83 x 56 Argentina 
Brasil 87 x 78 Canadá 
Brasil 97 x 76 Cuba 

Classificação final 
1º- Brasil; 2º- Cuba; 3º- Estados Unidos; 4º- Canadá; 5º- Argentina.

Fonte: CBB

Mais uma preparação-relâmpago: Seleção Sub-16 se apresenta dia 09/06 e viaja dia 20/06 para a Copa América! Vergonha, CBB!


A técnica Anne Amália Sabatini convocou, nesta segunda-feira (dia 18), a Seleção Brasileira Sub-16 Feminina que vai defender o Brasil na Copa América / Pré-Mundial da categoria, que será disputada em Puebla, no México, entre os dias 24 e 28 de junho. A Copa América classifica os quatro primeiros colocados para o Campeonato Mundial Sub-17 de 2016.

"Procuramos, eu e minha comissão técnica, assistir ao maior número de jogos possível, além de conversar com muitos técnicos. Optamos por manter a base da Seleção Brasileira que conquistou o título invicto do Sul-Americano no ano passado (Venezuela/2014). A nossa expectativa para os treinos é de que as meninas voltem mais maduras ainda e determinadas na busca da vaga para o Mundial", destacou a treinadora.

Além das doze jogadoras, a treinadora convidou mais quatro atletas para participar dos treinos. O objetivo é ajudar no desenvolvimento dessas futuras jogadoras.

"Definimos o grupo de doze meninas para a competição, mas gostaríamos que mais algumas meninas aproveitassem a oportunidade de vivenciar uma preparação de seleção. Acreditamos que elas agregam para o grupo e que a oportunidade será positiva", explicou Anne.

A apresentação da equipe nacional está marcada para o dia 9 de junho, às 13h de Brasília, na Arena Olímpica de São Sebastião do Paraíso (Avenida Monsenhor Mancine, 755), no interior de Minas Gerais. O grupo ficará concentrado até o dia 20 de junho na Arena Olímpica, onde realizará os treinamentos em tempo integral. O embarque para o México está marcado para 20 de junho, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Antes da estreia na competição, a equipe brasileira irá realizar um amistoso internacional.

Seleção Brasileira Sub-16 Feminina 
Nome – Posição – Idade – Altura – Clube – UF
Anna Beatriz Marques Hammerschmidt - Armadora - 15 anos - 1,70m - Assoc. de Basquete de Presidente Venceslau (SP) - (SP)
Brenda Barros da Silva - Pivô - 15 anos - 1,84m - Instituto Mangueira do Futuro (RJ) - RJ
Clarissa Fernandes Carneiro - Alal/armadora - 15 anos - 1,80m - Assoc. de Basquete de Presidente Venceslau (SP) - (SP)
Emanuely de Oliveira - Ala - 15 anos - 1,80m - Criciúma Basquete Clube (SC) - SC
Gabriela Sales Fernandes Alves - Ala - 15 anos - 1,80m - SESI-SP Guarulhos (SP) - SP
Geassamyne Germano - Ala/pivô - 16 anos -1,81m - Score Academy / Carolina Waves (EUA) - SP
Geovana Fonseca Lopes - Pivô - 16 anos - 1,89m - Assoc. de Basquete de Presidente Venceslau (SP) - (SP)
Izabela Nicoletti Leite - Ala/Armadora - 15 anos - 1,80m - Score Academy / Carolina Waves (EUA) - SP
Obalunanma Beatriz de Angelo Chukwumaeze Ugwu - Pivô - 16 anos - 1,81m - Score Academy / Carolina Waves (EUA) - SP
Julia Zandonai Schmauch - Ala - 15 anos - 1,80m - ADC Bradesco (SP) - SC
Raphaella Marciano da Silva - Pivô - 16 anos - 1,86m - Basketball Santo André (SP) - RJ
Sara Lucia Carvalho de Souza Rodrigues - Ala/pivô - 15 anos - 1,90m - APAGE BASK FIG-Guarulhos (SP) - SP
Média de idade: 15,3 anos
Média de altura: 1,82m

Jogadoras Convidadas
Nome - Posição - Idade - Altura - Clube - UF
Isadora Alves Cardoso Souza - Ala/armadora - 14 anos - 1,70m - APAGE BASK FIG-Guarulhos (SP) - SP
Izabel França Varejão de Angelo - Pivô - 15 anos - 1,90m - ADC Bradesco (SP) - ES
Juliana Marques Cunha - Ala/armadora - 15 anos - 1,70m - Divino/Jundiaí (SP) - SP
Juliana Souza Maria - Ala - 16 anos - 1,80m - ADC Bradesco (SP) - SP

Comissão Técnica
Diretor: Vanderlei Mazzuchini Junior
Administrador: Paulo Henrique Mardegan
Técnica: Anne Amália de Freitas Sabatini
Assistente Técnica: Christi Ane Garcia Marques Hammerschimidt e Wilson Sanaiotti Junior
Preparador Físico: Priscila Moreira de Souza
Médica: Lenita Machado Glass
Fisioterapeuta: Thayse Cristine de Melo Lins
Nutricionista: Emy Takahashi

Time feminino de basquete do Sport inicia preparação para a disputa do Sul-americano (SuperEsportes)



O time feminino de basquete do Sport iniciou nesta segunda-feira a preparação para o Campeonato Sul-americano, que vai ter sua primeira fase disputada de 19 a 23 de junho, na Venezuela. A equipe que surpreendeu e terminou a Liga Feminina de Basquete (LBF) na quinta colocação sofreu uma reformulação, com a saída de algumas peças e a chegada de reforços. O Leão conseguiu manter duas das três jogadoras norte-americanas do elenco: a ala Brandie Baker e a armadora Erica Wheeler, destaque do time na temporada.

Houve um enxugamento no elenco, que passou de 12 para 10 jogadoras. O principal reforço do Sport foi a experiente pivô Kelly, de 35 anos e 1m92, ex-seleção brasileira. Ela estava na equipe do Osmaniye Genclik, da Turquia, e vem exclusivamente para a disputa do Sul-americano. Além dela, o clube trouxe a ala Mariana e a ala-pivô Sil, que atuaram por Presidente Venceslau na última edição da LBF, a lateral Iza, que estava no Uninassau/América, e a também lateral Juliete, que tem passagem pelo Náutico. As norte-americanas Wheeler e Baker chegam no dia 23 ao Recife.

Houve uma mudança na fórmula de disputa do Sul-americano, que agora será dividido em fases. A primeira etapa acontecerá entre os dias 19 e 23 de junho, na Venezuela. Para se classificar, o Leão terá que se classificar como as duas melhores equipes do grupo, que terá também La Estancia (Colômbia), Santa Maria (Equador) e Deportivo Anzoatengui (Venezuela). 

"É muito bom vir jogar no Nordeste. Todo mundo está querendo vir porque são equipes bem certinhas. E, acima de tudo, têm estrutura", afirmou a pivô Kelly. O técnico Rildo Acciolly valorizou a chegada dos reforços. "Formamos uma equipe mais experiente, com atletas rodadas. A vantagem é que pudemos formar um elenco de acordo com o que queríamos", contou o treinador.

sábado, 16 de maio de 2015

Mudanças na gestão do basquete em São José

Matéria do Globoesporte.com: OS deixa São José Basquete, que volta a ser comandado pela prefeitura

Com time reformulado, Sport inicia treinamentos para a Liga Sul-Americana

O Sport é uma das grandes forças do basquete nacional e tem mais uma grande competição pela frente. A equipe feminina do Leão vai disputar a Liga Sul-americana de Clubes - 2015, na Venezuela. A equipe leonina vai representar o Brasil na competição junto com  a ADCF Unimed/Americana. Esta é a primeira edição da Liga, que tem início nesta sexta-feira e vai ser realizada no Chile, no Equador e na Venezuela.
Após o fim da Liga de Basquete Feminino, onde o Sport avançou até a fase das quartas-de-final, a equipe rubro-negra entrou num período de descanso. Além disso, o elenco foi reformulado e agora retoma os treinos, com a preparação voltada para o torneio internacional. A novidade no grupo que representa o Sport no basquete adulto feminino é a chegada de cinco novas atletas.
A ala Mariana e a ala-pivô Sil atuaram por Presidente Venceslau na última edição da LBF e agora são do Sport. Quem também vem compor o elenco rubro-negro é a pivô Kelly, que estava jogando na Turquia, a lateral Iza, que estava no Uninassau/América e a também lateral Juliete, que tem passagem pelo Náutico. Da equipe que vestiu a camisa rubro-negra na LBF deste ano, permanecem as norte-americanas Brandie Baker (ala) e a armadora Erica Wheeler, a ala Luana, a armadora Laís Meira e a pivô Neri.
O Leão enfrentará o La Estancia (Colômbia), Santa Maria (Equador) e o Deportivo Anzoatengui (Venezuela), entre os dias 19 e 23 de junho, na Venezuela. Na próxima segunda-feira (18), o elenco se apresenta no Ginásio Marcelino Lopes, às 19h30, para o início dos treinamentos. Com exceção das norte-americanas, que tem chegada prevista para o fim da próxima semana.
Fonte: Sport Recife

Recreativa joga mal e amarga primeiro revés

Após estrear com vitória na Série A2 do Paulista ao vencer o Classista, de Osasco, a Recreativa/ABEC/SME não conseguiu reeditar o bom desempenho da última rodada e sofreu sua primeira derrota na competição ao ser superada pelo Inter de Santos por 59 a 54, na noite desta quinta-feira (14), na Arena Santos. A armadora Aruzha, da Recra, foi a cestinha da partida com 16 pontos.
“A equipe delas foi mais determinada, elas foram melhores o jogo inteiro, não tivemos competência para jogar contra a defesa delas”, analisou o técnico Márcio Marolo, da Recra.
A equipe ribeirão-pretana volta à quadra somente no dia 27 diante do Sesi, em São Paulo. Recém-contratadas, as pivôs Kika, ex-Presidente Venceslau, e Joyce, ex-Barretos, estrearam nesta quinta pelo time ribeirão-pretano. “Vamos trabalhar e tentar dar mais entrosamento ao time, tivemos uma mudança drástica no time”, finalizou Marolo após a derrota.
Fonte: Jornal A Cidade

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Alessandra participa de etapa do Brasileiro de Basquete 3x3


 Tudo pronto para a realização da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Basquete 3x3 +18 e Sub-18 Feminino e Masculino, que será realizada no dia 24 de maio, a partir das 8 horas de Brasília, no Clube Monte Líbano, na cidade paulista de São José do Rio Preto. A competição contará com grandes nomes do basquete brasileiro de quadra, como o ala-pivô Rogério Klafke e a pivô Alessandra Santos Oliveira. O torneio dará aos dois primeiros colocados de cada categoria a vaga na Etapa Final Nacional em São Paulo, nos dias 19 e 20 de setembro. 

Um dos destaques na competição será a nova formação da equipe paulista The Choice que conta agora com a pivô Alessandra Oliveira, a ala Wivian de Cássia Delfino, a armadora Crystal Rocha e a ala-pivô Simone Souza. Alessandra falou da participação na primeira etapa.

"Gosto de basquete, então aonde tem espaço para mim eu estou lá. No ano passado, conheci a modalidade e disputei dois torneios 3x3. Agora as meninas me convidaram para participar da primeira etapa do Brasileiro de Rio Preto e do projeto da equipe, que conta com uma estrutura profissional de ponta. Já estamos fortes com o trabalho de fisiologista, fisioterapia e academia para chegarmos no Brasileiro e conquistarmos a vaga na final em São Paulo", declarou Alessandra.

A campeã Mundial (Austrália / 1994) e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos em Atlanta (EUA / 1996) e bronze em Sydney (Austrália / 2000), conta como foi a adaptação à nova modalidade. 

"O Basquete 3x3 é bem diferente da quadra. Ele é mais concentrado e jogado em lugares abertos, até com sol. Eu não sou acostumada a esses fatores ainda e aí entra a importância de uma boa preparação. Mas a adaptação é fácil, pois tenho mais de vinte anos de basquete. Na teoria quem sabe jogar pode jogar em qualquer lugar. Espero poder usar minha experiência no basquete de quadra para ajudar a modalidade a crescer e divulgar entre crianças e jovens", acrescentou a pivô. 

Ao lado de Rogério Klafke, medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg (Canadá / 1999) e de bronze em Mar del Plata (Argentina / 1995), Alessandra fala com entusiasmo da participação de ex-jogadores do basquete de quadra no evento.

"Fico feliz de ver a participação e o envolvimento de ex-jogadores da seleção que deram várias glórias ao basquete brasileiro. É importante estarmos juntos em situações de motivação para a prática da nossa modalidade. Esse é o nosso projeto agora com o The Choice. Queremos disputar amistosos na Europa e conhecer mais do basquete 3x3 mundial", finalizou Alessandra.

Americanas Erica Wheeler e Brandie Baker estariam de volta ao Sport

É o que afirma Elias Romas Neto no blog Cestinha, do Jornal do Commercio.

Confira: aqui!

Basquetebol feminino do XV vence a segunda pelo Campeonato Paulista

Equipe piracicabana bate Osasco, na casa do adversário

A equipe de basquetebol adulto feminino do XV/Unimep/Amhpla/Selam venceu a partida contra o ADC/Bradesco/Osasco pelo placar de 45x53 (24x33 no primeiro tempo) e conquistou a segunda vitória na fase classificatória do Campeonato Estadual da Divisão Especial Serie A-2 Feminina.
Com o resultado positivo no confronto disputado na noite desta quarta, dia 13, no Centro de Desenvolvimento Esportivo na cidade de Osasco, a equipe do técnico Ariel Rodrigues segue com duas vitórias e uma derrota. O outro triunfo da equipe do XV aconteceu diante do Sesi/SP por 68x48.
A cestinha da partida foi a atleta de Piracicaba Carolina Nunes da Costa (ala/pivô) com 15 pontos marcados. Nicole de Osasco fez nove pontos.
De acordo com o técnico do XV, Ariel Rodrigues, a equipe fez uma excelente partida e ditou o ritmo desde o início do primeiro quarto, o que permitiu ao XV fazer o melhor em quadra. “O time fez um bom trabalho em conjunto e tudo funcionou direitinho.” - disse Ariel.
No histórico da partida disputada na noite desta quarta-feira, em Osasco, o basquetebol adulto feminino do XV de Piracicaba entrou em quadra concentrado e não tomou conhecimento das donas da casa.
Durante o segundo quarto o XV abusou dos erros e deu chances para a reação de Osasco, mas aos poucos tudo voltou ao normal e o alvinegro piracicabano abriu espaço para quebrar a forte defesa adversária.
No retorno à segunda etapa, a equipe piracicabana voltou a controlar a partida, abriu 13 pontos de vantagem e controlou a vantagem até o final da partida.
O próximo compromisso do basquetebol adulto feminino do XV/Unimep/Amhpla/Selam será no dia 09 de junho, quando enfrenta o Divino/Jundiaí, às 19h, no CECE “Dr. Romão de Souza”, na casa do adversário.

Dornelas convoca seleção para a Universíade

O técnico do UNINASSAU/América, Roberto Dornelas, fez sua convocação para a disputa do Universíade, que acontecerá entre os dias 4 e 14 de julho, na Coreia do Sul. 16 atletas foram selecionadas e começam a treinar em Recife a partir do dia 1 de junho. Essa é a segunda vez que o comandante alviverde representa a Seleção Brasileira Universitária nesta competição. A primeira foi em 2001, quando o Brasil ficou em sétimo lugar, até hoje a melhor colocação do país na competição.
Segue a relação das convocadas:


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pivô Kelly Santos reforça o Sport Recife na Liga Sul-americana de Clubes

Kelly Santos 04 300x199 Pivô Kelly Santos reforça o Sport Recife na Liga Sul americana de Clubes

A pivô Kelly Santos, de 1m92, acertou o seu retorno ao Brasil. Depois de uma temporada atuando na Turquia, que é um dos mais fortes centros do basquete feminino internacional, a experiente atleta vai reforçar o Sport Recife na disputa da 1ª Liga Sul-americana Feminina de Clubes – 2015.
“A Liga Sul-americana de Clubes tende a ser uma competição extremamente forte e bastante equilibrada, já que os times estão se reforçando. Estou me sentindo muito motivada para vestir a camisa e representar bem o Sport Recife, ajudando a equipe pernambucana a conseguir êxito nessa nova e importante etapa da minha carreira”, comenta Kelly.
O Sport Recife disputará a fase inicial da Liga Sul-americana entre os dias 19 e 23 de junho, na cidade de Puerto La Cruz, na Venezuela. Os adversários do Grupo C são estes: os anfitriões Bucaneras e Deportivo Anzoátegui, La Estancia de Popayan (Colômbia) e Deportivo Santa Maria (Equador).
Ao longo de sua carreira, Kelly atuou pelo Leite Moça/Sorocaba (SP), AA Ponte Preta (SP), Dpaschoal (SP), Microcamp/Campinas (SP), BCN/Osasco (SP), Vasco da Gama (RJ), Detroit Schock (WNBA), Bourges Basket (França), Chieti (Itália), Santo André (SP), Nercaleon (Espanha), AIX Provence (França), Extremadura Dato (Espanha), Seattle Storm (WNBA), Cadi La Seu D´Urgell (Espanha), UTE (Equador), Besiktas (Turquia), Ourinhos Basquete (SP), Maranhão Basquete (MA), Club La Estancia (Colômbia), ADCF Unimed/Americana (SP) e Osmaniye Gençlik Spor (Turquia).
Na Seleção Brasileira, a experiente pivô participou de conquistas importantes: medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sidney (2000), três vezes campeã da Copa América (1997, 2001 e 2009), três vezes campeã sul-americana (1999, 2001 e 2003), entre outras.

Nos clubes, Kelly foi campeã Mundial atuando pelo BCN/Osasco (1998), campeã Nacional pelo CR Vasco da Gama (2001) e duas vezes campeã Paulista: em 1996 pela Microcamp/Campinas e em 1998 pelo BCN/Osasco. Além disso, foi uma vez campeã Carioca (2001), jogando pelo CR Vasco da Gama.
 
Patrocinador Oficial: Bombril
Parceiros: Èrrea e Wilson
Parceiros Oficiais de Mídia: SporTV e Globo
Chancela: Confederação Brasileira de Basketball (CBB)
Fotos: Arquivo

Fonte: site LBF

terça-feira, 12 de maio de 2015

Em entrevista, Zanon já repensa renovação da seleção feminina

"Saí agora de uma reunião com a CBB em Campinas das 10h até as 16h (na quinta-feira, 7). O meu plano e meu objetivo é reformular uma seleção brasileira, tentar colocar as meninas em um cenário de melhor condição possível, com experiência e com jogos. Mas senti hoje que é mais difícil se fazer isso hoje. Temos quatro jogadoras que foram para a WNBA do mesmo setor. Foram embora. Preciso colocar quatro meninas, não sei se novas ou velhas, de nível de seleção, para comportar. E no feminino é difícil. Então, já tenho até que repensar um pouco essa reformulação de novo. Temos mais dois problemas de lesão de meninas que possam se apresentar. Aquele projeto todo, de reformulação e experiência, também estava vinculado a uma parte financeira de dar experiência para as meninas. E também está difícil. Mudou-se um pouco para este momento, de Jogos Pan-Americanos."
- A entrevista completa está aqui!

LBF volta atrás e próxima temporada terá limite de duas estrangeiras por equipe

A Liga de Basquete Feminino informa que o número de jogadoras estrangeiras permitidas por equipe, a partir da edição 2015/16 do campeonato da LBF, irá retornar para duas.
Esta deliberação foi tomada para atender o anseio dos clubes filiados, que reunidos na sede da Liga de Basquete Feminino (LBF), em São Paulo (SP), decidiram fazer esta alteração. “Iniciamos o nosso campeonato com duas atletas estrangeiras por equipe, depois este número cresceu para três. Agora estamos retornando para dois”, relembra Cattaruzzi.
O presidente da Liga de Basquete Feminino (LBF) informa também que esta deliberação constará no Regulamento do Campeonato.
Fonte: LBF

Izabella Sangalli retorna para Americana

Além dos dois reforços já anunciados, a ADCF Unimed/Americana confirmou também a chegada da jovem ala Izabella Sangalli, de 20 anos, que foi formada nas equipes de base da própria equipe de Americana, mas que disputou a Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2014/15 pelo ‘caçula’ Jaraguá Basquete, Santa Catarina.
As três contratadas – as pivôs Fabi Caetano (ex-São José/Colinas Shopping) e Bárbara Souza (ex-APAB/Unifeb Barretos) já haviam sido anunciadas – irão reforçar a ADCF Unimed/Americana na 1ª edição da Liga Sul-americana de Clubes – 2015. O time paulista disputará a primeira fase entre os dias 29 e 31 de maio (sexta-feira a domingo), na cidade de Milagro, no Equador.
Os adversários da equipe comandada pelo técnico Antonio Carlos Vendraminina na etapa inicial da competição continental serão estes: Leones de Quilpue, do Chile, uma equipe a ser determinada e o anfitrião Uruguai Unemi, do Equador.

Fabi Caetano e Bárbara Souza são as novidades da ADCF Unimed/Americana na reapresentação

A ADCF Unimed/Americana, campeã da Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2014/15, retornou aos treinamentos na tarde desta segunda-feira (11 de maio), no ginásio Centro Cívico, em Americana (SP), com duas novidades: as jovens pivôs Fabi Caetano, que estava no São José/Colinas Shopping, e Bárbara Souza, ex-APAB/Unifeb Barretos.
“São duas atletas que conseguiram bons desempenhos na última edição da Liga de Basquete Feminino (LBF) e acredito que vão compor bem o nosso elenco”, relata o técnico Antônio Carlos Vendramini, da equipe de Americana.
As duas contratadas já irão reforçar a ADCF Unimed/Americana na 1ª edição da Liga Sul-americana de Clubes – 2015. O time paulista disputará a primeira fase entre os dias 29 e 31 de maio, na cidade de Milagro, no Equador.
Fonte: LBF 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Contratação de Érika por time turco é confirmada

Foi confirmada oficialmente a ida da pivô Érika (ex-América/Recife) para o turco Adana, após o encerramento de mais uma temporada no Atlanta Dream (WNBA).

O time foi semifinalista da última edição da Liga Turca, quando contou com três americanas (Erlana Larkins, Michelle Campbell e Brian Jannuary) e ainda com a montenegrina Milica Jovanovic.

domingo, 10 de maio de 2015

Confederação de Basquete está de bolso vazio

Entidade admite que, com perda de patrocínio, seleções masculina e feminina não terão preparação adequada para os Jogos

O presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Carlos Nunes, admitiu ontem, pela primeira vez, que a perda do patrocínio da estatal Eletrobras, que não renovou o contrato encerrado no fim de 2012, já põe em risco a preparação técnica das seleções adultas masculina e feminina, que visam aos Jogos Rio-2016.

— Ainda não temos a verba necessária para a preparação adequada das duas seleções brasileiras para 2016, incluindo eventos anteriores, como os Jogos Pan-Americanos (julho deste ano, em Toronto, Canadá), excursões e torneios aqui ou no exterior — disse Nunes, acrescentando que uma agência busca patrocínio de empresa privada, mas sem sucesso.
A crise financeira se agravou no fim de 2012, quando a Eletrobras desistiu de cumprir a intenção anunciada de renovar o contrato pelos mesmos R$ 15 milhões/ano. Com o setor elétrico em crise, a estatal se retirou da entidade do basquete e de outros esportes.

— Estamos há dois anos e meio sem um segundo patrocinador. Temos atualmente o Bradesco e verbas de lei de incentivo, que vão para a base. Apesar do esforço do ministro (do Esporte), George Hilton, e de deputados federais, como João Derly (PCdoB-RS) e César Halum (PRB-TO), ainda não conseguimos outro patrocinador. A preparação ideal custaria cerca de R$ 23 milhões — declarou Nunes, que pede uma audiência à presidente Dilma Rousseff.

Para o diretor técnico da CBB, o ex-jogador Vanderley Mazzuchini, que cuida da preparação das seleções masculinas e femininas de diferentes categorias, os prejuízos para 2016 já vêm sendo notados:

—Na seleção masculina, uma das preocupações é a de pagar o seguro (dos jogadores da NBA). No feminino, que passa por uma renovação, elas precisariam treinar e fazer amistosos na Europa (em maio), para ganhar experiência. Já deveriam estar viajando. A falta de patrocínio atinge o aspecto técnico.
Segundo Nunes, o prejuízo afeta o adulto e a base.

— O feminino adulto iria à Europa em maio. Não vai, porque não saiu o patrocínio — relatou. — Em junho haverá Copa América Sub-16, em ambos os sexos, classificatórias para os Mundiais-2016. As seleções deveriam estar treinando, mas não estão. Já a Argentina está na Europa.

Segundo os dirigentes, considerando que verbas da Lei Agnelo/Piva (repassadas pelo Comitê Olímpico do Brasil, o COB), de convênios e leis de incentivo têm finalidades específicas e inalteráveis, a CBB busca um segundo patrocínio que possibilite investimentos nas seleções adultas, na base e no futuro CT em Pindamonhangaba (SP).

— O projeto do CT será erguido via lei de incentivo, e agora estamos na fase de captação das verbas. O centro de treinamento virá atender à demanda de reunir as seleções em longos períodos de treinamento — afirmou o diretor executivo da entidade, Édio Soares, elogiando o empenho da Funvic (Fundação Universitária Vida Cristã), em cujo campus o CT será instalado.

Paralelamente à crise financeira, o técnico da seleção masculina, Rubén Magnano, após ter conversado com os jogadores brasileiros que atuam na NBA, viajou ontem para a Espanha, onde irá se reunir com os atletas que disputam a liga nacional daquele país, como os armadores Marcelinho Huertas, Raulzinho e Rafael Luz, e o ala-pivô Augusto Lima.

Por: Claudio Nogueira
Fonte:http://oglobo.globo.com/esportes