quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O dia em que Tainá acordou Mayara

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Fonte: CBB

Brasil bate Angola em amistoso na França

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A Seleção Brasileira Adulta Feminina estreou com vitória no Torneio de Limoges, que está sendo realizado no Palais dês Sports de Beaublanc, na França. Nesta quinta-feira (dia 28), as brasileiras comandadas pelo técnico Luiz Augusto Zanon derrotaram Angola com a vantagem de 37 pontos: 77 a 40 (40 a 23 no primeiro tempo). O torneio triangular faz parte da preparação da equipe nacional para o Campeonato Mundial da Turquia, de 27 de setembro a 5 de outubro.
"Foi um jogo importante para podermos mais uma vez rodar todas as jogadoras com tempo de quadra. Temos que aproveitar essa fase que estamos para dar mais experiência para essas atletas. Além disso, serviu de preparação para um jogo muito duro contra a França no sábado (30)", disse o treinador brasileiro.
As cestinhas da partida foram a ala Isabela Ramona, com 12 pontos, dois rebotes e três assistências, e a pivô Clarissa Santos, com 11 pontos, oito rebotes e duas assistências. As duas jogadoras foram ainda as mais eficientes do jogo com 16 pontos. As angolanas Luisa Tomas e Whitney Miguel foram as melhores de sua seleção com nove pontos cada. Isabela destacou o trabalho realizado na disputa contra as angolanas
"Foi um jogo muito importante porque o técnico [Luiz Zanon] estipulou algumas metas a serem cumpridas: fazermos um jogo físico, corrermos bastante, contra-ataque rápido, bloqueio de rebote e defesa. Mesmo com a diferença de placar, deu para colocarmos em prática o que temos treinado e o que o treinador havia solicitado", frisou Isabela.
França e Angola se enfrentam nesta sexta-feira (29), às 15h de Brasília. A competição termina no sábado (30), às 15h15, com o confronto entre Brasil e França. Ramona analisou o próximo desafio nacional.
"Será uma disputa bastante dura contra meninas fortes fisicamente e com mais qualidade técnica. Vamos ter que entrar com a mesma intensidade e forma, além de sempre procurar minimizar os erros", analisou a jovem ala de 20 anos.
BRASIL (22 + 18 + 20 + 17 = 77)
7. Patricia (6pts e 2 rebotes), 8. Tainá (9pts), 10. Tatiane (7pts e 3 rebotes), 11. Clarissa (11pts, 8 rebotes e 3 assistências) e 13. Fabiana (8pts, 8 rebotes e 2 assistências). Entraram: 4. Adriana (8pts, 8 rebotes e 3 assistências), 5. Debora (2 rebotes), 6. Joice (1 rebote), 9. Jaqueline (7pts e 2 rebotes), 12. Isabela Ramona (12pts, 2 rebotes e 3 assistências), 14. Karina (4pts e 7 rebotes) e 15. Izabela Andrade (5 pts e 2 rebotes). Técnico Luiz Augusto Zanon.
ANGOLA (17 + 6 + 8 + 9 = 40)
4. Fineza (2pts), 10. Sonia (0), 11. Luisa (9), 13. Mauricio (2), 15. Filipe (4). Entraram: Elsa (3), 6. Rosa (0), 7. Whitney (9), 8. Helena (2), 9. Artemis (0), 12. Angelina (4) e 14. Nadir (5). Técnico Anibal Moreira

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Joinville volta a vencer no Estadual Adulto

A equipe Gloriarte/FELEJ/JBA encerrou a sua participação no primeiro turno do campeonato estadual adulto com 2 vitórias e uma derrota. A última vitória ocorreu na noite de ontem (26), sobre a equipe PEB/Rio do Sul. O jogo ocorreu no Ginásio Mario Timm, em Joinville, com um bom público.

O primeiro período da partida(16 X 04) foi fundamental para encaminhar a vitória, o jogou acabou com o placar final de 52 X 35.

O segundo turno começa no mês de setembro, porém a tabela ainda não foi divulgada pela FCB.

As categorias de base, continuam os seus treinamentos, visando a Regional da Olesc (atletas até 16 anos), que será realizada em Pomerode, no período de 5 a 9 de setembro.

O basquete feminino de Joinville é mantido pela prefeitura de Joinville e FELEJ, tem o patrocínio da Gloriarte e apoio do Bovary Snooker Pub, Decorville e Comfort Hotéis.

Elena Delle Donne brilha e elimina time de brasileiras na WNBA

O Chicago Sky começou surpreendendo o Atlanta dentro de casa na abertura dos play-offs.

No domingo, não conseguiu fechar em casa a série e permitiu o empate do Dream.

Ontem, novamente em Atlanta, Elena Delle Donne (que esteve doente em parte da temporada) voltou a brilhar e com 34 pontos (metade dos quais convertidos no quarto final, iniciado com 16 pontos de vantagem do Atlanta) e definiu (literalmente) o jogo.

 

A temporada se encerra para as brasileiras Érika e Nádia.

A primeira teve 18 pontos e 7 rebotes na partida final.

A segunda não jogou, mas há três dias eu já havia decidido que ela havia ganho a sua primeira temporada na WNBA por essa foto aqui no Instagram:

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Teresa Edwards, a lenda.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Brasil perde jogo-treino para a França e estreia na quinta-feira no torneio de Limoges

Limoges, França – A Seleção Brasileira Adulta Feminina estreia, nesta quinta-feira (dia 28), às 15h de Brasília, no Torneio de Limoges, contra Angola, no Palais dês Sports de Beaublanc, na França. As donas da casa e angolanas se enfrentam na sexta-feira (29), no mesmo horário. A competição termina no sábado (30), às 15h15, com o confronto entre Brasil e França. O torneio triangular faz parte da preparação da equipe nacional para o Campeonato Mundial da Turquia, de 27 de setembro a 5 de outubro.
"Esse torneio na França servirá para nos dar mais experiência contra fortes adversários. Buscaremos vitórias importantes objetivando a principal competição que é o Mundial. França e Angola são equipes de altíssima referência e que estarão no Mundial. Seguimos procurando o amadurecimento desta jovem equipe, além de dar ainda mais experiência internacional para as jogadoras", analisou o treinador Luiz Augusto Zanon.
Jogo-treino Brasil x França
O Brasil realizou na tarde desta terça-feira (26) um jogo-treino contra a França, que contou com quatro tempos de treze minutos. Na disputa realizada no Palais dês Sports de Beaublanc, as francesas venceram por 116 a 72 (60 a 47 no primeiro tempo). A cestinha da partida foi a francesa Laetitia Kamba, com 17 pontos e cinco rebotes. As principais pontuadoras brasileiras foram a armadora Adrianinha Moiséis e a pivô Fabiana Souza, com nove pontos. Também foram destaques as alas Joice Coelho e Isabela Ramona, com oito pontos.
"Foi um bom jogo que serviu de preparação para o Mundial, para conhecermos as adversárias e testarmos algumas situações diferentes de jogo. O ponto positivo do treino contra a França foi a possibilidade de revezamento que tivemos com todas as jogadoras, podendo atuar bastante tempo sem a preocupação com resultados. Foi importante para avaliarmos e ver o que precisamos acertar para jogar em alto nível, independente das jogadoras que estejam em quadra. Precisamos melhorar a intensidade das jogadoras para crescermos mais até a data do Mundial", explicou Zanon.
BRASIL (23 + 24 +11 +14 = 72)
4. Adrianinha (9pts, 2 rebotes e 5 assistências), 6. Joice (8pts e 1 assist.), 7. Patrícia (3pts, 1 reb. e 1 assist.), 13. Fabiana (9pts e 4 reb.) e 14. Karina (2pts, 7 reb. e 1 assist.). Entraram: 5. Débora (4pts e 1 assist.), 8. Tainá (7pts e 3 reb.), 9. Jaqueline (7pts e 2 assist.), 10. Tatiane (6pts, 1 reb. e 1 assist.), 11. Clarissa (4pts e 3 reb.), 12. Isabela Ramona (8pts, 2 reb. e 1 assist.) e 15. Izabela Andrade (5pts e 2 reb.). Técnico: Luiz Augusto Zanon.
FRANÇA (38 + 22 + 28 + 28 = 116)
4. Lardy (5pts), 5. Miyen (6), 6. Diandra (5), 11. Emilie Gomis (2) e Ciak (12). Entraram: 15. Kamba (17), 18. Epoupa (8), 19. Johanne Gomis (5), 7. Tanqueray (8), 8. Ayayi (5), 9. Bernies (2), 10. Cata (13), 12. Amant (11), 13. Skrela (4), 14. Salagnac (8) e 17. Gaye (5). Técnico: Valerie Garnier

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A preparação dos adversários do Brasil para o Mundial - Espanha



Segundo adversário do Brasil no Mundial da Turquia, a Espanha optou por dividir sua preparação em três etapas de treinamentos entre os meses de maio e julho, onde o treinador Lucas Mondelo trabalhou com um grande número de atletas até definir as dezesseis que irão lutar pelas doze vagas finais.

Do elenco campeão europeu em 2013, duas ausências já confirmadas são Amaya Valdemoro e Elisa Aguilar, aposentadas recentemente, após muitos anos defendendo a seleção de seu país.

A etapa final de treinamentos se iniciará amanhã (26/08) e até a estreia no Mundial, a seleção espanhola participará de três torneios preparatórios:

TORNEIO DE MURCIA - ESPANHA
04/09: Espanha – Servia
05/09: Espanha - Japão
06/09: Espanha - Angola

TORNEIO DE MINSK - BIELORÚSSIA
14/09: Turquia - Espanha
15/09: China - Espanha
16/09: Bielorrusia - Espanha

TORNEIO DE LOGROÑO - ESPANHA
20/09: Espanha – Canadá
21/09: Espanha– Cuba

MUNDIAL - ANKARA - TURQUIA:
27/09: Japão - Espanha
28/09: Espanha - Brasil
30/09: República Tcheca - Espanha

Fonte: FEB

Final do Sul-Americano de Clubes 2014: Sport Recife (BRA) x La Estancia (COL)

Molina cita “espelho às crianças” e diz que time não para (O Jogo)

Molina disse que basquete feminino é espelho a mais de 1,5 mil crianças

Mesmo sofrendo com a falta de repasse por parte da prefeitura de Americana da verba da lei de incentivo ao esporte, problema que atinge de maneira inédita todas as modalidades, o basquete feminino da ADCF Unimed não vai extinguir o time adulto. Presidente do clube gestor até o final deste mês, Ricardo Molina Dias não quis dar entrevista ao O Jogo sobre o assunto, mas, de maneira informal, assegurou que a equipe se manterá em atividade.

“A única coisa que posso garantir é que o time adulto, espelho para 1,5 mil crianças de 7 a 12 anos do projeto de inclusão social, vai continuar jogando”, disse Molina. Apesar da insistência do jornal, o dirigente não entrou em nenhum outro detalhe.

No entanto, O Jogo apurou que, caso não haja acordo com Americana, a equipe multicampeã pode realizar jogos em Santa Bárbara d´Oeste e Nova Odessa, cidades que fazem parte da área de atuação da cooperativa médica que é a maior patrocinadora da modalidade.

Assim como as demais modalidades de Americana, o basquete feminino da ADCF Unimed está desde abril sem receber o repasse financeiro da lei de incentivo. Há duas semanas, logo após assumir o comando da Secretaria de Esportes, Odair Dias prometeu quitar o saldo devedor, porém, ao mesmo tempo anunciou que de agosto a dezembro a aplicação da lei será suspensa. A lei existe desde dezembro de 1995 e jamais houve qualquer tipo de problema no repasse.

CAMPEONATOS

O calendário da temporada 2014/15 do basquete feminino prevê duas competições para a ADCF Unimed. A primeira delas é o Campeonato Paulista, que terá apenas quatro equipes. Além da ADCF, estão inscritos Santo André, Presidente Venceslau e Rio Claro. A disputa será em circuitos, com rodadas duplas, a partir, possivelmente, da segunda quinzena de setembro.

Em seguida, a partir de novembro, acontece a quinta edição da Liga de Basquete Feminino (LBF), esse sim um campeonato mais interessante. São 11 equipes: ADCF Unimed, São José dos Campos, Santo André, Rio Claro, Presidente Venceslau e Barretos, todos de São Paulo; Sport Recife e América, de Pernambuco; Maranhão Basquete, do Maranhão; Brasília/Vizinhança, do Distrito Federal; e Jaraguá do Sul, de Santa Catarina.

Texto: Zaramelo Jr.

Fonte: O Jogo

Técnico da equipe adulta de Americana e coordenadora do Projeto Unimed visitam Nova Odessa

O técnico da equipe adulta de basquete feminino da Unimed, Antônio Carlos Vendramini e a ex-jogadora Adriana Santos, campeã mundial pela Seleção Brasileira e coordenadora da ACDF Unimed, visitaram a Secretaria de Esportes de Nova Odessa na manhã da última quarta-feira (20 de agosto).
Para ampliar a parceria e incentivar as crianças atendidas pelo projeto Unimed em Nova Odessa, as atletas da equipe adulta da Unimed irão participar dos treinamentos no núcleo do Ginásio Municipal Jaime Nércio Duarte, no Jardim Santa Rosa, que acontece às terças-feiras das 15h às 17h.
Além do Jardim Santa Rosa, a atividade também é desenvolvida no Ginásio Municipal de Esportes José Batista, Jardim São Jorge; Ginásio Poliesportivo Oswaldo Bassi, Jardim Santa Luiza; Ginásio Municipal de Esportes Adriana Daniel de Camargo (Adrianinha), Jardim São Manoel; Emefei Profª. Augustina Adamson Paiva, Jardim São Francisco; Emefei Vereador Osvaldo Luiz da Silva, Jardim Marajoara; Emef Profª Salime Abdo, Jardim Alvorada e na Emef Paulo Azenha na Vila Azenha.
“A presença das atletas da equipe profissional em nossa cidade, participando semanalmente dos treinamentos é algo inédito e trará resultados fantásticos às crianças do projeto, pois terão a oportunidade de ter contato com um time formado por grandes campeãs e isso serve de incentivo para as futuras atletas”, disse o secretário de Esportes, Angelo Roberto Réstio, o Nenê Réstio.
“Para nós é motivo de orgulho ver a quantidade de crianças que participam do projeto em Nova Odessa e poder contribuir com o crescimento e a difusão da modalidade é motivador”, disse Vendramini.
“Esse contato com as atletas profissionais serve de incentivo para as meninas que estão começando agora”, disse Adriana.
Vendramini é dos técnicos mais vitoriosos do basquete feminino, entre seus principais títulos estão o de bicampeão do Mundial de Clubes, tetracampeão do Sul-Americano, campeão do Pan-Americano, 11 vezes campeão brasileiro (incluindo o de 1998 com o Fluminense e o de 2000 com o Paraná Basquete) e 12 vezes campeão estadual. Além de todos esses títulos, o treinador também garantiu a medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano com a Seleção Brasileira Adulta Feminina (Chile – 1989).
Adriana é ex-atleta e foi medalha de ouro no Campeonato Mundial da Austrália (1994) e nos Jogos Pan-Americanos de Havana (1991) e medalha de prata na Olimpíada de Atlanta (1996) e bronze em Sydney (2000).

Hortência: 'O basquete brasileiro parou no tempo' (A Tarde)

Diego Adams

A poucos dias de a Seleção Brasileira masculina e, também, feminina de basquete estrearem em torneios mundiais da categoria, a eterna rainha do basquete nacional, Hortência Marcari, conversou por telefone com a reportagem do A TARDE Esporte Clube. No bate-papo,  ela falou sobre suas  expectativas para o desempenho dos homens na Copa do Mundo da Espanha (a partir do dia 30) e das mulheres no Mundial da Turquia (entre 27/9 e 5/10). Para Hortência, o time comandado pelo argentino  Rubén Magnano  e que tem o pivô Tiago Splitter como um dos destaques  é "um dos selecionados nacionais mais fortes" visto por ela. Após ficar à frente da diretoria de seleções femininas por quatro anos (2009-2013), a ex-jogadora fez ainda um balanço de seu desempenho como dirigente  e, sem papas na língua, criticou a Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

A Seleção Brasileira masculina de basquete estreia no Mundial da Espanha no sábado (contra a França). Qual sua expectativa para o desempenho do time?

É a melhor! A Seleção masculina é muito boa. Uma das melhores da nossa história, senão a melhor que já tivemos até aqui.

Por que tamanha confiança?

(risos) São pequenos detalhes. Ao meu ver, temos uma comissão técnica muito bacana, um técnico legal (o argentino  Rubén Magnano), com experiência... um preparador físico (Diego Miceli) muito bom e um grupo muito bem montado. É a melhor Seleção (do Brasil) que já vi no papel. Óbvio que teve a geração do Oscar, e ele foi maravilhoso, é hors concours, mas esta Seleção é a melhor que vi.

No último sábado, após o amistoso contra os Estados Unidos (um dos três preparatórios para o Mundial), o técnico Rubén Magnano afirmou: "não há titular no time"...

É exatamente isso que eu disse a você. A afirmação do Magnano corrobora com o meu pensamento. É a primeira vez que vejo uma equipe que não tem titular. Existem cinco (atletas) que saem jogando e um banco maravilhoso que pode ser trocado direto. No jogo seguinte, podem entrar outros cinco. Hoje, temos o privilégio de ter o Varejão no banco, mas ele não é reserva. No papel, há 12 jogadores que você pode utilizar de verdade, pode rodar muito. Isso faz a diferença em um campeonato tão corrido.

O fato de os Estados Unidos e Argentina, tidos como fortes candidatos ao título, irem ao mundial desfalcados de seus principais jogadores, torna o caminho brasileiro mais fácil?

Não é bem assim. Digo isso sempre. Não adianta se animar por conta dos desfalques dos outros. Está tudo globalizado. Para mim, o jogador que entrar, vai jogar bem. Não dá para contar com isso. Tivemos uma, duas  semanas de preparação, com jogos amistosos nos Estados Unidos, na Espanha... sabemos que alguns (jogadores do Brasil) não 'estão falando a mesma língua' ainda, mas acredito que, nesse período,  começaram a se entrosar e 'dialogar' melhor em quadra. O Brasil vai muito forte e competitivo para subir no pódio.

Em entrevista ao portal Terra, você teria afirmado que, ao contrário dos homens, a Seleção feminina de basquete não iria muito longe no Mundial da Turquia.  Por quê isso? Realmente acredita que a campanha será um fiasco?

Vamos analisar ponto por ponto. Não foi desta forma negativa que eu afirmei. Interpretaram um pouco diferente meu discurso. Mas é simples... há menos de um mês, o  COB (Comitê Olímpico Brasileiro) apresentou seu plano, sua meta para os Jogos Olímpicos do Rio-2016. A entidade aposta nas modalidades que podem ter chance de medalha. O COB está apostando alto para tentar colocar o Brasil entre os 10 primeiros países na colocação geral. No basquete, escolheram o masculino.

Não soou, em parte, como uma espécie de menosprezo do COB à Seleção feminina?

Não, não é isso. Eu acho que o COB está dando muitas condições para que o Brasil vá bem em 2016. Acho que nosso desempenho será muito bom. Tem o judô, que sempre brilha, ganha muitas medalhas; tem a ginástica; tem a natação.... Mas é aquela coisa: eu não vou ficar apostando em quem não tem condições, se não fizer isso não consegue ficar entre os dez primeiros no geral dos Jogos do Rio. Para que realmente suba ao pódio, é preciso estratégia. Não tem certo, nem errado. Eu concordo com o COB: precisa investir em quem você realmente acredita que possa dar certo.

Você não se sente um pouco 'culpada' por isso? Afinal, durante quatro anos você esteve à frente da diretoria de seleções femininas do basquete brasileiro. Nesse período, o Brasil ficou em nono lugar tanto em Londres-2012 quanto no Mundial na República Tcheca.

Não, de forma alguma... Na verdade, alcancei todas as metas que foram estabelecidas. Neste período, a única coisa que não foi boa, foi a campanha no Mundial Sub-17 de 2012, quando ficamos em penúltimo. Tínhamos todo um projeto de viagens e treinos preparatórios bem elaborados, semelhante ao da Seleção Sub-19 que ganhou bronze no Chile (em 2011). O Ministério do Esporte havia aprovado e nos disponibilizaria a verba, mas não foi liberada porque a CBB falhou na prestação de contas da Sub-19. Sem dinheiro complica, né? Eu não tinha poder para pegar esse recurso. Infelizmente, obedecia a uma hierarquia e isso acabou atrapalhando alguns projetos.

Como vê  o cenário atual do basquete brasileiro?

O basquete brasileiro parou no tempo. A  gestão na CBB se 'profissionalizou'. Mas isso não diz muita coisa, já que há setores (da CBB) que seguem no amadorismo. Aí, fica naquilo... apesar de termos alguns avanços, com duas boas ligas: a Liga Nacional de Basquete (NBB) e a Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB), de termos as seleções ganhando títulos, os clubes, por sua vez, continuam com problemas. Aí, você me pergunta: não seria falta de patrocinadores? O 'xis' da questão é esse. Os empresários  não querem expor sua marca por apenas três, quatro meses durante a Liga por exemplo... querem algo a longo prazo, num clube que invista em projetos sociais. Senão, ele (patrocinador) não confia, fica na dúvida e não investe. Então, de cara, precisamos resgatar essa confiança e para isso, uma total profissionalização no topo da pirâmide,  na CBB.

Em 2014, o Brasil celebra vinte anos do título mundial feminino de basquete, na Austrália (na final, as brasileiras, com Hortência em quadra, venceram a China por 96 a 87). Qual é a sensação que fica quando você olha pra trás e se lembra desta memorável conquista?

É... ih, difícil, viu? Chega bate uma emoção ao falar sobre isso. Mas... é um alívio muito grande. Sinto-me, hoje, muito aliviada. Esta é a sensação. Mais do que felicidade, foi um alívio, pois era a nossa última chance de ser campeã do mundo, de marcar uma geração. Não tínhamos ganhado quase nada até aquele momento, só um Pan-Americano (de Havana, em 1991). No Mundial da Austrália começamos a jogar e vimos que poderíamos ir adiante, ir longe, chegar realmente ao patamar que todas nós queríamos. E deu no que deu. Ainda bem (risos). Ficamos na história.

Por conta, é claro, desta conquista, e outras, tanto você quanto Magic Paula ingressaram no Hall da Fama do basquete feminino. No último mês de  julho, a também companheira de vocês neste mundial em 94, Janeth Arcain, foi  eleita para a classe de 2015...

É emocionante. Na verdade, é apenas a oficialização do que todos nós já sabíamos. Janeth é uma mulher fora de série, vencedora. Fico muito feliz por ela e pelo basquete brasileiro, que terá mais uma atleta no Hall da Fama.

Em janeiro, você e Isabel Salgado, do vôlei, trabalharam na terceira temporada do 'The Ultimate Fighter Brasil: Em Busca de Campeões', um reality show  de vale tudo promovido pelo UFC, com 16 lutadores e dois técnicos,  o brasileiro Wanderlei Silva e norte-americano Chael Sonnen. Vocês acabaram sendo bastante criticadas pelo desconhecimento do esporte. Como foi lidar com isso?

Levei numa boa. Não entendo do esporte (MMA). A nossa participação ali era popularizar o MMA. A ideia era inserir também quem não conhecia profundamente as regras. Eu entendo de atleta. Então fui lá para ser a companheira, a amiga, conversar, dá conselhos antes e depois das lutas. Eu amei. Agradeço o convite que me fizeram. Torci muito com eles. Dei risada junto com eles. Sofri e chorei junto com eles. Foi muito gratificante. Agora, com a experiência, aprendi um pouquinho (risos).

E como era a relação com o polêmico Chael Sonnen,  conhecido pelas ofensas ao Brasil e as provocações pesadas a atletas como Anderson Silva e ao próprio Wanderlei Silva ?

Foi bem legal. No início, quando o Sonnen chegou (para gravar o programa), não há como negar que ele  tinha uma rejeição muito grande. Mas depois, ele reverteu a rejeição. As ofensas ficaram no passado. Ao meu ver, foi pura estratégia de marketing da parte dele. Gostei muito de ter estado na equipe dele. Não me arrependo. Aprendi muito com ele. Me ensinou bastante e me recebeu muito bem.

Por fim, e a briga entre o norte-americano e Wanderlei Silva durante o programa. Foi armada ou não?

Não foi. Foi  lamentável, porque jamais devia ter chegado aquele ponto. Os dois viram que fizeram besteira. Inclusive, o Sonnen pediu desculpas. Mas já passou.

No paradão

Aos políticos brasileiros, daria que nota?

Aí, varia. É preciso de uma análise profunda. Tem uns que merecem menos dez, já outros nota mil.

O basquete para você significa...

Tudo na minha vida. Graças ao basquete tive sucesso, fiz história, levei o nome do meu país ao lugar mais alto do pódio, fui exemplo para muitos jovens. Minha eterna paixão.

Um sonho

Que o basquete volte a ser no Brasil o que sempre foi: a terceira modalidade esportiva, atrás do futebol e do vôlei. Hoje, infelizmente não é mais.

Uma decepção

Não tenho.. zero decepções (risos)

Para o Brasil na Copa do Mundo -2014 daria nota...

Ih, rapaz.. tem que dar nota mesmo? Não dá para dar nota não.. horrível.

 

Fonte: A Tarde

domingo, 24 de agosto de 2014

Basquete feminino do Brasil é vice campeão em torneio na Turquia




Depois de uma boa vitória sobre o Canadá, a seleção brasileira viu a Turquia vencer a Australia na prorrogação por 84 x 80, conquistando o torneio Zafer, realizado em Istambul.


Com a combinação de resultados, o Brasil terminou a competição como vice campeão (3 jogos e 1 vitoria), acompanhados de Canadá, que começou surpreendendo com uma vitória sobre as australianas, que ficaram em 4o lugar.





Nas premiações individuais, a turca Nevriye Yılmaz foi e MVP e cestinha da competição. Também pela Turquia, o prêmio de melhor assistência foi para Isil Alben. Representando o Brasil, o prêmio de melhor reboteira foi para Clarissa (superando Liz Cambage de 2,03m).



Agora o Brasil segue para França onde seguirá com sua rotina de amistosos.


Transmissão ao vivo (10h45) Brasil X Canadá

Transmissão ao vivo Zafer Cup - Brasil x Canadá:

http://www.tbftv.org/CanliYayin/10694/canli-brasil-canada

Brasil 19 x 10 no 1.º quarto, com 15 pontos (!!!) de Tainá (faltam 2:49 para o final).

Tainá foi substituida após fazer seu 15.º ponto e o Brasil não marcou mais, Cananá fez 7 pontos seguidos e baixou a diferença para 2 pontos. Final de 1.º quarto: Brasil 19 x 17 Canadá.

Final de 1.º tempo: Brasil 34 x 29 Canadá.

Tainá 15 pontos e 5 assistências, Clarissa 8 pontos e 3 rebotes, Jaqueline 7 pontos.


Final de jogo, Brasil 65 x 56 Canadá. Tainá 24 pontos e 9 assistências, Clarissa 16 pontos e 11 rebotes (double double) e Jaqueline 10 pontos foram os destaques do Brasil.


sábado, 23 de agosto de 2014

Brasil cresce no jogo, mas perde da Austrália na segunda rodada da “Zafer Cup” na Turquia

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O Brasil sofreu a sua segunda derrota “Zafer Cup”, neste sábado (23 de agosto), ao ser superado pela Austrália, por 66 a 63 (15 a 28 no primeiro tempo), em duelo equilibrado, realizado na Ülker Sports Arena, em Istambul, na Turquia, pela segunda rodada do torneio.

O Seleção Brasileira Adulta Feminina não começou bem o jogo, permitindo que o time australiano abrisse vantagem de 13 pontos no primeiro quarto (28 a 15), mas depois o técnico Luiz Zanon conseguiu corrigir os erros e o Brasil melhorou bastante a sua produção, vencendo o segundo período com uma vantagem de dez pontos (05 a 15).

Na volta do intervalo, o jogo ficou equilibrado, ainda assim a equipe sul-americana esteve ligeiramente melhor (17 a 18). No quarto final, o equilíbrio e a emoção estiveram bem presentes, com os dois selecionados lutando pelo resultado positivo e o Brasil confirmando seu crescimento no jogo, porém, a Austrália conseguiu manter-se à frente no marcador.

No lance final, o selecionado nacional teve a chance de buscar o empate, porém Tainá Paixão não converteu o arremesso de três pontos nos segundos finais da partida.

Os principais nomes do encontro foram Patrícia Teixeira (16 pontos, 02 rebotes e 01 assistência), Clarissa dos Santos (15 pontos, 12 rebotes e 02 assistências – double-double) e Tainá Paixão (14 pontos, 02 rebotes e 01 assistência), pela Seleção Brasileira; Belina Snell (17 pontos e 05 rebotes) e Rachel Jerry (12 pontos, 05 rebotes e 01 assistência), em favor da Austrália.

No segundo jogo, a Turquia bateu o Canadá (51-33).

O Brasil conclui sua participação na “Zafer Cup” enfrentando o Canadá, neste domingo (24 de agosto), na Ülker Sports Arena, em Istambul, na Turquia.

Fonte: LBF

Transmissão ao vivo TBF TV: Brasil x Austrália

TBF TV: http://www.tbftv.org/CanliYayin/10695/canli-brasil-australia


Austrália vira novamente. Com uma cesta de três pontos de Tati, Brasil empata, mas Austrália assume liderança no estouro do cronômetro no final do terceiro quarto.


Fabi e Karina eliminadas com 5 faltas. Adrianinha, Tainá, Jaqueline, Tatiane e Clarissa em quadra.


Brasil foi muito bem, jogou de igual para igual com a Austrália, mas no último quarto faltou uma pivô para ajudar a Clarissa. Adrianinha ainda sem ritmo de jogo, errou muitos passes e arremessos. Patrícia jogou muito bem, quase perfeita nos arremessos (16 pontos), Clarissa lutou sozinha no final do jogo contra pivôs altíssimas como Liz Cambage (2,03m) e Mariana Tolo (1,96m) e se saiu como a reboteira da partida (15 pontos e 12 rebotes), Tainá também foi bem (14 pontos). Faltando 15 segundos para o fim, Brasil pediu tempo para armar a última jogada. Tivemos a chance de empatar e levar o jogo para a prorrogação, mas Adrianinha e depois Tainá erraram arremessos desequilibrados de três pontos.

Play-offs da WNBA começam com derrota de Érika e ausência de Damiris

A primeira rodada dos play-offs da WNBA começou com uma vitória do Minnesota sobre o San Antonio (88-84). Mas Damiris não participou do jogo, pois continua no Brasil resolvendo problemas familiares. Maya Moore teve 26 pontos.

Em Atlanta, o Dream perdeu para o Chicago Sky (77-80), apesar dos 12 pontos e 8 rebotes de Érika. Nádia não jogou e Elena Delle Donne foi a cestinha do Sky (21 pontos).

O segundo jogo do Lynx é hoje em San Antonio. O Atlanta joga em Chicago no domingo.

Jaraguá vai estrear na Liga Nacional de Basquete Feminino (Notícias do Dia)

[…] a comissão técnica pretende contratar atletas que disputam o campeonato paulista sub-19, duas norte-americanas, duas jogadoras de clubes catarinenses e uma atleta de alto nível que, atualmente, defenda a seleção[...]

Veja mais em: http://ndonline.com.br/joinville/esportes/192621-jaragua-na-liga-nacional-de-basquete-feminino.html.

Sem repasse da Prefeitura há quatro meses, Basquete Americana pode acabar em 2014 (EPTV)

Vídeo aqui: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv-2edicao/videos/t/edicoes/v/sem-repasse-da-prefeitura-ha-quatro-meses-basquete-americana-pode-acabar-em-2014/3577170/

Presente e futuro do basquete: Conheça a 'fábrica de talentos' da Mangueira (ESPN)

Vídeo: http://espn.uol.com.br/video/434449_presente-e-futuro-do-basquete-conheca-a-fabrica-de-talentos-da-mangueira

Brasília/Vizinhança vence Estadual por WO e anuncia reforma da quadra

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Tudo estava preparado para uma grande tarde do basquete feminino, no Clube Vizinhança, em Brasília (DF), na tarde de sábado (16 de agosto). E começou bem, com a disputa da medalha de bronze, entre UniCEUB e APAB, que realizaram um bom jogo. No final, vitória do UniCEUB, pelo placar de 57 a 42. Mas, infelizmente, a final não aconteceu, porque a equipe do Gama inexplicavelmente não compareceu à quadra, forçando o registro do “WO” na súmula. Com a desistência, o time da casa sagrou-se campeão Brasiliense Adulto Feminino.

Pouco antes de entregar a premiação ao Brasília/Vizinhança, o novo presidente do clube, Gerson Lima, reiterou que sua gestão vai manter a tradição de apoiar o basquete do Distrito Federal e anunciou uma novidade importantíssima para a modalidade. “Esta é a última partida oficial disputada nesta quadra, porque a partir de setembro teremos aqui um piso profissional, novas tabelas, enfim, equipamentos de alto nível para o basquete”, relata Lima.

A nova estrutura foi objeto de contrato firmado entre o Clube da Vizinhança, Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e Federação de Basquetebol do Distrito Federal (FBDF), vinculado ao convênio da CBB com o Ministério do Esporte.

O Brasília/Vizinhança é uma das 11 equipes confirmadas na edição 2014/15 da Liga de Basquete Feminino (LBF).

Fonte: LBF

Barretos aposta na base para primeira participação na LBF

NunoFerreira_Barretos-745x513Uma das novidades da edição de 2014/15 da Liga de Basquete Feminino (LBF) será a APAB/Guarani/Barretos, equipe do Interior do Estado de São Paulo, comandada pelo técnico português Nuno Ferreira (foto), que representou o clube na primeira reunião, promovida pela diretoria da LBF, para começar a formatar o próximo campeonato.

Muito conhecido pelo trabalho de revelação de atletas, a base será justamente o alicerce da equipe nesta estreia na competição nacional. “Em princípio, vamos montar a equipe usando a nossa base, com meninas do Sub-19 e Sub-17, buscando dar rodagem e mais conhecimento a estas jogadoras, que poderão, assim, dar sequencia ao desenvolvimento e crescer na carreira”, comenta Nuno, salientando que a equipe, em um segundo momento, terá reforços.

“Vamos fazer uma análise do nosso grupo e, a partir disso, iremos atrás daquilo que julgamos como necessário para reforçar o time. Creio que em breve poderemos ter novidades nesse sentido”, acrescenta Ferreira, que assumiu a equipe em janeiro deste ano, depois de cumprir todos os trâmites legais para trabalhar no Brasil.

Atualmente, a APAB/Guarani/Barretos disputa a Série A-2 do Campeonato Paulista Feminino e vem realizando grande campanha, uma vez que lidera a competição de forma invicta, com dez pontos, decorrentes de cinco resultados positivos. O próximo desafio será contra o Divino/Jundiaí, no dia 15 de setembro (segunda-feira), às 19h00 (de Brasília), no ginásio Municipal Nicolino de Luca (Bolão), na cidade de Jundiaí (SP), pelo returno da fase inicial.

Na categoria Sub-19, o time de Barretos, que também é comandado pelo técnico Nuno Ferreira, realiza boa campanha e ocupa a segunda colocação na classificação geral da primeira fase do Campeonato Paulista Feminino da categoria, somando dez pontos, em seis jogos realizados (04 vitórias e 02 derrotas).

Entre os destaques desta equipe, aparecem às jogadoras Kananda Benedicto, Caroline de Oliveira, Lilian Gonçalves, Tayná dos Reis e Jennifer Calixto, que defenderam a Seleção Brasileira Feminina Sub-18 na Copa América, disputada recentemente nos Estados Unidos. O selecionado nacional ficou com o quarto lugar e garantiu classificação ao Campeonato Mundial Sub-19, que será jogado em 2015.

No Sub-17, que é dirigido pela técnica Cynthia de Almeida, assistente de Nuno na equipe adulta, a agremiação barretense realiza uma campanha similar, também com apenas duas derrotas ao longo do primeiro turno.

Fonte: LBF

Uninassau/América vence primeira partida no Estadual Sub-19

Domenica_America-745x547O UNINASSAU/América começou com a mão direita. O primeiro jogo oficial da equipe foi válido pela rodada de abertura do Campeonato Pernambucano Feminino Sub-19 e terminou com uma vitória tranquila sobre o Náutico por 47 a 15, na noite desta sexta-feira (22 de agosto), na quadra dos Aflitos, em Recife (PE). A jovem Thainá foi a cestinha da partida com 12 pontos.

Mas foi da mão direita de Domênica (foto), outro destaque do time, que saiu a bola para a primeira cesta do UNINASSAU/América, na cobrança de um lance livre. Daí em diante, as visitantes só fizeram ampliar a vantagem tomando as rédeas da partida por completo.

Nem mesmo o fato de contar com apenas uma atleta no banco de reservas fez com que a equipe universitária deixasse cair o ritmo. O quinteto começou a partida com Domênica, Letícia Xavier, Analina, Thainá e Isa, com Rayana entrando no decorrer do jogo.

Basquetebol feminino do XV perde pelo Campeonato Paulista

Nathalia (lateral e pivo) do basquetebol feminino do XVA noite não foi das melhores para as meninas do elenco adulto feminino do XV/Unimep/Amhpla/Selam, que perdeu o confronto diante da Recra/ABEC/SME, de Ribeirão Preto pelo placar de 43x71 (22x38 no primeiro tempo) em partida válida pela fase classificatória do Campeonato Estadual Divisão Especial A-2 Feminina.

Com o resultado negativo desta quarta-feira, dia 21, a equipe do técnico Ariel Rodrigues chegou a sua quarta derrotada em seis jogos disputados, somando oito pontos ganhos.

Numa partida em que nada deu certo para o elenco quinzista, o técnico Ariel Rodrigues teve dificuldades para explicar a performance de suas comandadas. “É difícil apontar os fatores para uma noite como esta, posso afirmar que não é assim que fazemos nos treinos. É preciso avaliar os erros e preparar a equipe para a partida contra o Divino/Jundiaí.”

A cestinha da partida foi Jéssica, a atleta de Ribeirão Preto com 22 pontos. Para o basquetebol do XV, Nathália foi a cestinha com 15 pontos.

O próximo compromisso da equipe adulta feminina do basquetebol XV de Piracicaba está marcado para a próxima quarta-feira, dia 27 de agosto, a partir das 18h, contra o Divino/Jundiaí em Piracicaba com entrada franca.

Zanon considera que amistoso contra Turquia foi “experiência maravilhosa”

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Depois de um primeiro tempo acirrado, a Seleção Brasileira Adulta Feminina foi superada pela Turquia na estreia do Zafer Cup por 66 a 48 (33 a 31 no primeiro tempo), na partida realizada, nesta sexta-feira (dia 22), no Ulker Sports Arena em Istambul, na Turquia. As cestinhas da partida foram a turca Nevriye Yılmaz e a ala brasileira Jaqueline Silvestre, com 13 e 10 pontos, respectivamente.
"Fizemos um primeiro tempo bastante intenso e com muita qualidade, onde colocamos em prática um basquete bastante coletivo. Como o Brasil é uma equipe mais baixa, não conseguimos manter o mesmo ritmo no segundo tempo e demos uma caída na condição física e tática do jogo. Conseguimos fazer um trabalho de revezamento da equipe e foi uma experiência maravilhosa", analisou o treinador da Seleção Brasileira, Luiz Augusto Zanon.
A ala brasileira Jaqueline Silvestre falou sobre a participação do time no confronto. "Entramos muito bem na partida e fizemos um grande primeiro tempo. Na etapa final não conseguimos manter o ritmo, mas foi uma partida disputada de igual para igual", destacou a cestinha nacional.
A equipe brasileira volta à quadra, neste sábado (23), para enfrentar a Austrália e no domingo (24) é a vez do Canadá. Na próxima segunda-feira (25), a delegação embarca para a disputa do Torneio de Limoges e enfrentará França (26), Angola (28) e novamente a França (30).
"A Austrália é uma equipe mais forte fisicamente do que a Turquia. Assim como hoje, queremos prolongar esse bom primeiro tempo bom e manter essa boa atuação na segunda parte do jogo. Sabemos do potencial das jogadoras e precisamos colocar isso mais tempo em prática. Vamos analisar os erros contra a Turquia para que não se repitam contra a Austrália", finalizou o técnico.
O Jogo
No primeiro quarto, as turcas não conseguiam marcar a cestas de Patrícia e Tainá e fecharam o período com apenas um ponto de vantagem (19 a 18). No segundo período, as brasileiras chegaram a igualar com a cesta de Jaqueline (22 a 22), mas as donas da casa se recuperaram e foram para o fim do primeiro tempo com o placar de 33 a 31. A equipe nacional não conseguiu manter o ritmo no terceiro período e perdeu o quarto para as adversárias por 18 a 6 (51 a 37). Nos últimos dez minutos de partida o Brasil retornou o ataque organizado. Chegou a diminuir a diferença fazendo no período 11 a 15, mas não deu tempo de recuperar e as turcas conquistaram a vitória.
BRASIL (18 + 13 + 6 + 11 = 48)
5. Débora (0), 6. Joice (1 rebote e 1 assistência), 10. Tatiane (7pts, 2 rebotes e 1 assistência), 13. Fabiana (9pts e 4 rebotes) e 15. Izabela Andrade (5pts). Entraram: 4. Adriana Pinto (7 rebotes e 1 assistência), 7. Patricia Ribeiro (3pts, 2 rebotes e 2 assistências), 8. Taina da Paixao (7pts, 1 rebote e 1 assist.), 9. Jacqueline Silvestre (10pts), 11. Clarissa dos Santos (2pts, 8 rebotes e 2 assist.), 12. Isabela Ramona (4pts e 4 rebotes) e 14. Karina Jacob (1pt e 4 rebotes).
TURQUIA (19 + 14 + 18 + 15 = 66)
Tuğba Palazoğlu (2pts), Ayşegül Günay (2), Birsel Vardarlı (7), Begüm Dalgalar (1), Esmeral Tunçluer (9), Işıl Alben (6), Nevriye Yılmaz (13), Lara Sanders (7), Şaziye İvegin (8), Bahar Çağlar (6), Esra Ural (3), Cansu Köksal (2).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Brasil x Turquia

Brasil e Turquia entram em quadra as 12.30h horario de Brasilia para a segunda partida da Copa Victoria, realizada no pais que sediara o mundial.

Nossa seleção começou a partida com o mesmo quinteto titular do sul americano: Tainá, Patricia, Tati, Clarissa e Fabiana.

O jogo segue equilibrado ate a metade do 1o periodo, e o placar esta empatado em 13 pontos.

 Fabiana vai liderando o Brasil com 7 pontos (incluindo um,a bola de 3 pontos), mas ja tem 2 faltas.

Faltando 2 minutos, Karina entra no lugar de Fabiana, e Adriana substitui Paty. Turquia vence por 16 x 15.

Acaba o 1o periodo com a Turquia vencendo o Brasil por 19 x 18. Seguem as estatisticas do time brasileiro.




Começa o 2o período com Adriana, Jaqueline, Tati, Clarissa e Karina. Tainá esta no banco com 3 faltas.

Faltando 6:48 para o término, o jogo segue empatado em 22 pontos. Adriana, em 3 minutos, ja tem 5 rebotes, mas ainda não pontuou.

Assim como o Brasil, a Turquia roda bastante as jogadora e todas as 12 ja entraram em quadra. Isso faz com que a pontuação esteja bem distribuida.

Ate agora o Brasil cobrou 5 lances livre e só converteu um. Placar momentâneo, faltando 3:39 min, 27 x 26 para a seleção brasileira.

Adriana comete sua 2a falta. Débora e Ramona entram em quadra.  Placar 30 x 29 para as turcas, faltando 2 minutos.

Acaba o 2o periodo com vitoria turca por 33 x 31. Das 12 jogadoras brasileiras apenas Joice Coelho ainda não entrou em quadra. Seguem as estatisticas do Brasil depois de 20 minutos de jogo:




Na primeira partida do torneio, Canada venceu a Australia por 62 x 55, com 16 pontos de Liz Cambage. Segue abaixo as estatisticas desse confronto:



Começa o 3o periodo.

O Brasil volta com Adriana, Tati, Jaqueline, Clarissa e Fabiana.

Com 3 min jogados, Brasil ainda não pontuou, o que leva a diferença a 9 pontos: 40 x 31.

Clarissa comete sua 4a falta, e é substituida por Karina.

Jaqueline converte cestas seguidas e o Brasil reage faltando 4:17 min: 45 x 37.

Brasil vai perdendo ataques sucessivos com Jaqueline, Paty e Karina, o que não acontece coma Turquia. Faltando 1:55 min o placar mostra 49 x 37.

Depois de um 3o periodo muito ruim (18 x 6), a diferença sobe para 14 pts, e o Brasil parte para o último periodo com a dificil missão de encostar e virar o jogo. Placar atual: 51 x 37.




Começa o último período. Brasil vem com Adriana, Tainá, Tati, Clarissa e Karina.

Faltando 7:57 min, o placar esta em 54 x 37.

O jogo segue em ritmo de parto para o Brasil, que parece ter cansado a partir do 3o periodo: faltando 4:52 min segue 58 x 39.

Com Debora, Joice, Tati, Iza e Fabiana, o Brasil parte para os últimos 3 minutos de jogo, com o placar em 64 x 43.

Acaba o jogo, e a Turquia vence a seleção brasileira por .

Depois de 2 periodos equilibrados, o Brasil parece ter sentido a viagem e o fuso horario, pois praticamente parou em quadra. Em 20 minutos foram apenas 17 pontos marcados, o que deixou o placar final em 66 x 48.

Foram 40 rebotes (contra 41 das turcas), e aproveitamento de 52,9% (lances livres), 21,7% (3 pontos) e 27,9% (2 pontos).

Todas as 12 jogadoras participaram da partida, que teve como cestinhas Jaque (10 pontos) e pela Turquia Yilmaz (13 pontos).

Estatisticas Brasil



Estatisticas Turquia



O Brasil volta a quadra amanhã contra a Australia, e encerra a participação contra o Canadá, no domingo.

Para acompanhar esses jogos, acesse http://www.tbf.org.tr.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A preparação dos adversários do Brasil para o Mundial - República Tcheca


O Brasil está no Grupo A do Campeonato Mundial da Turquia, ao lado de República Tcheca, Espanha e Japão.

Nossos adversários já estão realizando amistosos preparatórios para a competição.

Seguem abaixo, os jogos que a República Tcheca  já realizou e a sua programação prevista até a estreia no Mundial no dia 27 de setembro contra o Brasil:

República Tcheca


Jogos realizados


Data Partida Local Placar
01/07/2014 Japão – República Tcheca Japão 57-51
02/07/2014 Japão – República Tcheca Japão 56-43
04/07/2014 Japão – República Tcheca Japão 51-59
05/07/2014 Japão – República Tcheca Japão 74-54
06/07/2014 Japão – República Tcheca Japão 64-56
05/08/2014 República Tcheca – Austrália República Tcheca 51-89
18/08/2014 República Tcheca – Mozambique República Tcheca 91-42
Próximos jogos
21/08/2014 República Tcheca – Mozambique República Tcheca
26/08/2014 República Tcheca – Coréia do Sul República Tcheca
27/08/2014 República Tcheca – Sérvia República Tcheca
28/08/2014 República Tcheca – Canadá República Tcheca
01/09/2014 República Tcheca – Turquia Turquia
02/09/2014 República Tcheca – Japão Turquia
03/09/2014 República Tcheca – Canadá Turquia
15/09/2014 República Tcheca – Austrália República Tcheca  
23/09/2014 República Tcheca – USA República Tcheca  

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Com reforço de Adrianinha, seleção brasileira viaja para disputar dois torneios na Europa



Após a conquista do 25.º título Sul-Americano (15.º consecutivo), a seleção brasileira embarcou na última terça-feira, direto de Ambato no Equador, rumo à Turquia, onde disputa a partir de sexta-feira a "Zafer Cup" na cidade de Istambul, contra a seleção local, Austrália e Canadá.

Da Turquia, a equipe segue para a França, onde participa do "Torneio de Limoges" a partir do dia 26 de agosto, enfrentando duas vezes a seleção francesa e a Angola.

Da seleção que venceu a Argentina no último domingo, a única alteração é a substituição da armadora Cacá pela experiente Adrianinha, que terá como missão liderar nosso jovem grupo nos confrontos contra adversários de nível bem mais difícil do que enfrentamos no Equador.

Nessa série de amistosos, a seleção brasileira terá a chance de enfrentar três seleções que estão no grupo B do Campeonato Mundial (França, Turquia e Canadá) e que fará o cruzamento nas oitavas de final com as seleções classificadas no grupo A, onde estão Brasil, República Tcheca, Espanha e Japão.

Segundo o novo regulamento do Campeonato Mundial, o primeiro colocado de cada grupo se classifica direto para as quartas de final. O segundo e terceiro colocado de cada grupo se classificam para jogo eliminatório nas oitavas. O quarto colocado de cada grupo encerra sua participação após os três jogos da primeira fase. 

Segue a programação da seleção brasileira na Europa:

19/08 - Vôo para a Turquia  - Ambato/Equador
22/08 - Brasil x Turquia - Istambul/Turquia
23/08 - Brasil x Austrália - Istambul/Turquia
24/08 - Brasil x Canadá - Istambul/Turquia
25/08 - Vôo para a França - Istambul/Turquia
26/08 - Brasil x França - Limoges/França
28/08 - Brasil x Angola - Limoges/França
30/08 - Brasil x França - Limoges/França
31/08 - Vôo para o Brasil - Bordeaux/França
01/09 - Chegada ao Brasil - Aeroporto de Guarulhos/SP

Fonte: CBB

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Clarissa, MVP do Sul-Americano e estrela da nova geração


Ambato, Equador – Apontada como uma das novas estrelas da renovada Seleção Brasileira Adulta, a pivô Clarissa dos Santos, de 26 anos, ganhou nesta segunda-feira (dia 18) o troféu de MVP (jogadora mais valiosa) do 34º Campeonato Sul-Americano disputado em Ambato, no Equador. A pivô ajudou o Brasil na conquista do título invicto da competição e foi um dos principais destaques da equipe nacional nas cinco partidas anotando 79 pontos e média de 15.8 pontos por jogo, além de ter pego 69 rebotes e média de 13.8 por jogo.

"Estou muito feliz por esse reconhecimento. Sempre agradeço muito a Deus, pois ele que me permite alcançar os lugares que almejo e que venho buscando. Venho trabalhando diariamente e me dedicando bastante. Quando um prêmio como esse chega é gratificante. Sei que preciso melhorar muito ainda, e venho me dedicando todos os dias para alcançar o meu máximo. Penso que já que escolhi ser jogadora de basquete, então tenho que tentar ser a melhor. É preciso estar pronto todos os dias, pois quando a dificuldade chegar você saberá como encarar", disse a jogadora.

A brasileira falou ainda sobre sua trajetória na modalidade e do amor pela bola laranja.

"A minha caminhada foi grande desde que comecei a jogar no Rio de Janeiro. Chegou um momento que tive que optar pelo basquete ou atletismo. E desde que decidi pelo basquete, sempre tive muitas pessoas ao meu lado me ajudando. Hoje chamo todos de tios e posso dizer que são muitos de todos os lados. O que me trouxe até aqui são essas pessoas que sempre me dão força, como amigos, familiares, técnicos e colegas de equipe. Só aparecem no meu caminho pessoas dispostas a me ajudar. No dia a dia vou me aprimorando sempre com muito trabalho, dedicação e amor pelo meu trabalho", pontuou Clarissa.

Mas a pivô tem seu diferencial. Ela acorda mais cedo do que suas companheiras. Aquece, faz as ativações e exercícios de fortalecimento fisioterápicos. E quando chega na quadra é a primeira a iniciar o trabalho com bola. Todas essas qualidades fazem da pivô um exemplo dentro do grupo.

"Eu acordo cedo naturalmente, então já inicio todos esses trabalhos que faria na quadra. Mesmo que pouco, ganho um tempo de quadra a mais para ir trabalhando a bola e fazendo antes as atividades. Para mim é muito importante os exercícios de fortalecimento por causa das lesões que já tive, para manter uma qualidade física um pouco melhor e não ter dificuldade de me manter no peso. Na parte médica as fisioterapeutas me ajudam muito nesse processo de entendimento do meu corpo. Elas sempre passam exercícios novos que vou agregando à minha rotina. Como durante a competição, os treinos são mais curtos com duração entre uma hora e uma hora e meia, para mim vale a pena levantar um pouco mais cedo para fazer esses exercícios de ativação e chegar na quadra pronta para aproveitar ao máximo. Me sinto melhor e mais animada com esse meu processo", analisou.

Clarissa destacou a evolução da equipe no Torneio. "Temos evoluído muito não só na seleção, mas no trabalho dos clubes. Voltamos para o Brasil sempre com a cabeça de um trabalho forte, um sistema mais aberto e uma visão maior. Ele vem através desse processo conseguindo colocar essa metodologia na cabeça das jogadoras para que melhorem algumas qualidades técnicas e táticas. E se o individual está bom, o coletivo será ainda melhor. O trabalho dele tem sido muito positivo".

A carioca, nascida no bairro de Campo Grande, zona oeste do Rio, falou sobre os jogos na cidade equatoriana de Ambato, que fica a 2.600 metros acima do nível do mar.

"Foi bastante pesado e cansativo jogar com altitude. É impressionante como sentimos a diferença no nosso corpo. Mas viemos bastante preparadas para enfrentar essa adversidade. A nossa nutricionista fez todo um trabalho de suplementação e alimentação, além da preparação física e a fisiologia que da mesma forma nos preparou para alcançarmos o limite máximo do nosso físico. A comissão técnica trabalhou muito para nos ajudar a alcançar esse resultado. Deu certo e conquistamos o título".

A jogadora que defende o Unimed Americana (SP) enalteceu o trabalho de renovação iniciado com a equipe feminina.

"O técnico Zanon (Luiz Augusto) tem uma cabeça muito diferente e uma visão mais aberta do que outros treinadores. Acredito que por comandar equipes masculinas em paralelo, o grau de exigência dele seja muito mais alto. Mas isso é uma coisa muito boa, pois nos possibilita crescermos como atletas. Talvez não consigamos alcançar o grau de exigência máxima dele, mas se aproximando já sabemos que é algo muito bom. Ele assumiu o comando da seleção no ano passado e vem implementando seu sistema e filosofia de trabalho. E vem dando muitos frutos e resultados. O Zanon é um técnico muito inteligente e bem assessorado com a presença do Cris [Cristiano Cedra, assistente técnico]. Eles formam uma ótima dupla na parte tática, passando o entendimento e os melhores caminhos para alcançarmos os objetivos traçados", analisou Clarissa.

O Brasil embarca, nesta terça-feira (19), para a Europa onde irá disputar os Torneios Internacionais em Istambul, na Turquia, de 22 a 24 de agosto, e em Limoges, na França, de 26 a 30. Os amistosos servem de preparação para a Copa do Mundo da Turquia, de 27 de setembro a 5 de outubro. 

"Tivemos muitos altos e baixos no Sul-Americano. Cometemos erros que foram importantes na fase que estamos para a avaliação do nível que estamos e a distância desse momento para onde objetivamos chegar. Estamos partindo agora para amistosos importantíssimos que irão nos dar uma base ainda mais forte para o nosso principal objetivo desta temporada que é a Copa do Mundo", finalizou Clarissa. 

Fonte: CBB

Brasil conquista mais um título Sul-Americano



A Seleção Brasileira Adulta Feminina conquistou o título invicto do 34º Campeonato Sul-Americano da categoria, nesta segunda-feira (dia 18), contra a equipe da Argentina, na disputa realizada no Coliseo Cerrado de Deportes, na cidade equatoriana de Ambato. Na partida desta noite, o Brasil venceu as argentinas por 59 a 47 (28 a 27 no primeiro tempo) e conquistou o 25º titulo sul-americano e o 15º consecutivo invicto. A pivô brasileira Clarissa Santos foi escolhida a MVP (jogadora mais valiosa) da competição. O treinador Luiz Augusto Zanon falou sobre a dura partida travada entre dois clássicos rivais.

"Foi um jogo duro durante os 40 minutos, mas que sabíamos que não seria fácil. Temos que destacar o que foi muito positivo que as meninas souberam a hora certa de ganhar o jogo. Esse é um momento que muitas equipes não tem o poder de recuperação na dificuldade. Fomos nos mantendo e a hora que tivemos a chance de vencer o jogo soubemos aproveitar. Esse fator agradou muito a mim e a comissão técnica", disse o técnico brasileiro.

Zanon avaliou a conquista de seu segundo título Sul-Americano à frente da equipe nacional.

"Foi uma vitória importante pela fase que estamos e nas dificuldades que tivemos na quadra. O comportamento que elas demonstraram nesta noite foi muito bom. Elas estavam cientes que não estávamos fazendo uma grande partida, mas esperando o momento para colocar as situações de jogo próximas a vitória. Foi um grande amadurecimento da equipe. No meu entendimento, quanto mais dificuldade este grupo tiver mais rápido ele alcançará o nível de amadurecimento que objetivamos. Ser campeão em qualquer torneio é muito importante. E é importante essa equipe conquistar todos as vitórias que jogar", concluiu Zanon. 

A cestinha da partida foi a argentina Melissa Gretter com 16 pontos. A ala Jaqueline Silvestre foi a melhor brasileira na partida com 15 pontos, dois rebotes e um bloqueio. Jaqueline ficou ainda em primeiro lugar no número de bolas de três pontos, foram 11 acertos em 17 tentativas durante as cinco partidas da competição. 

A pivô Clarissa Santos, MVP do Torneio, foi um dos destaques do jogo, depois de cravar um Duplo-Duplo (11 pontos e 18 rebotes), além de quatro recuperações de bola. A MVP foi ainda a mais eficiente do jogo com 19 pontos de valorização.

"Entramos um pouco nervosas e ansiosas, mas no decorrer da partida fomos passando confiança e segurança umas para as outras e conseguimos sair com uma boa vitória. E ganhar das argentinas sempre tem um gostinho melhor. Durante o jogo vinham tantas coisas na minha cabeça, mas me sentia pronta e bem para esse jogo. Estávamos no momento confiante e as bolas caíram no momento certo. Graças a Deus e ao grupo todo saímos com essa vitória e permanecemos com a hegemonia sul-americana", avaliou a cestinha da partida que defende a equipe Basketball Santo André (SP). 

O Diretor Técnico da CBB, Vanderlei Mazzuchini, esteve em Ambato acompanhando a competição. A rodada final começou com a vitória do Uruguai sobre o Peru por 70 a 57, na disputa de sétimo e oitavo lugares. Na sequência, o Equador conquistou o quinto lugar, depois de vencer o Paraguai por 71 a 68. Na disputa da medalha de bronze, a Venezuela levou a melhor e derrotou o Chile por 72 a 54, conquistando a última vaga para o Pan-Americano de Toronto em 2015, que Argentina e Brasil já haviam assegurado com a vitória na rodada semifinal, no domingo (17). As seleções da Argentina, Chile, Brasil e Venezuela também já haviam garantido a classificação, no último sábado (16), para o Torneio Pré-Olímpico das Américas de 2015, que será realizado na cidade de Edmonton, no Canadá.


BRASIL (14 + 14 + 14 + 17 = 59)

7. Patrícia (5pts, 3 rebotes e 1 assistência); 8. Tainá (9pts, 4 reb.e 5 assist.); 10. Tatiane (8pts, 5 reb. e 1 assist.); 11. Clarissa (11pts, 18 reb. e 4 recuperações); 14. Karina Silva (4pts, 8reb. e 1 bloqueio). Entraram: 5. Débora (5pts, 2reb., 1 assist. e 1 recup.); 6. Joice (2pts e 1 reb.); 9. Jaqueline (15pts, 2reb. e 1bloq.); 12. Isabela Ramona (1 rebote); 15. Izabela Andrade (1 rebote). Não entraram: 4. Carina Martins e 13. Fabiana. Técnico: Luiz Augusto Zanon.

ARGENTINA (14 + 13 + 13 + 7 = 47)

5. Santana (5pts); 8. Boquete (7); 10. Burani (0); 11. Gretter (16); 14. Thomas (8). Entraram: 4. Rosset (2); 6. Reggiardo (6); 7. David (0); 9. Flores (0); 12. Pavon (3); 13. Perez (0). Não entrou: 15. Vega. Técnico: Cristian Santander

Fonte: CBB

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Encerrada a temporada regular da WNBA, qual a análise do desempenho das brasileiras?

Playoff Schedule Set

Terminou no último domingo (17/08) a temporada regular da WNBA. O Atlanta Dream, de Erika e Nádia, terminou na primeira posição da Conferência Leste. O Minnesota Lynx, de Damiris, ficou em segundo lugar na Conferência Oeste. 

Os playoffs começam no dia 21 de agosto e vão até o dia 26 na disputa das semifinais. As finais de conferência serão do dia 29 de agosto até 03 de setembro e o título será decidido a partir do dia 7 de setembro. No início dos playoffs, o Atlanta enfrentará a equipe do Chicago Sky, onde jogam Sylvia Fowles e Elena Delle Donne. Já o Minnesota encara a equipe do San Antonio Stars.

Se as duas equipes das brasileiras chegarem até a grande final, como aconteceu em 2013, elas deverão se apresentar à seleção feminina a partir do dia 10 de setembro. Caso sejam eliminadas antes, chegam mais cedo. O Brasil estreia no Mundial da Turquia, no dia 27 de setembro, enfrentando a República Tcheca.

Análise das brasileiras na temporada 2014 da WNBA:

nadia érika damiris (Foto: Montagem/ GloboEsporte.com)

Erika iniciou 2014 de maneira espetacular. Sustentou médias de 18 pontos e 10 rebotes por várias rodadas, chegando ao quarto lugar na disputa do título de MVP da temporada regular. Por duas rodadas ocupou o incrível posto de atleta com melhor média em eficiência da competição. Por conta de tudo isso foi titular no All Star Game pela primeira vez na carreira.

Do meio para o final da temporada, a veterana brasileira caiu de produção. Para se ter uma ideia do quanto, Erika teve 15 pontos ou mais nas primeiras dez rodadas da temporada, inclusive registrou seu recorde da carreira, com 27 pontos na sétima rodada. No final do mês de julho, ela ficou seis rodadas sem atingir a marca de 10 pontos por jogo. Na reta final, Erika se recuperou e teve boas atuações novamente, fechando a temporada regular com ótimas médias de 14,1 pontos e 8,7 rebotes.

Erika segue como uma das melhores pivôs do mundo, em nível bem próximo de Tina Charles, Sylvia Fowles e Brittney Griner. Qualquer uma das quatro pode ser considerada a melhor do mundo na posição cinco, depende do momento de cada uma.

Em seu primeiro ano no exterior, Nádia teve um caminho mais complicado para conquistar espaço na rotação da equipe de Atlanta. A novata brasileira não entrou em quadra por opção técnica, em dezesseis dos trinta e dois jogos da temporada, mas aos poucos, ela foi ganhando seu espaço no time e nas últimas nove rodadas, passou a participar de forma efetiva da rotação em todos os jogos.

No dia 13 de agosto, ela alcançou a melhor marca até agora em sua curta carreira na liga, com 8 pontos e 2 rebotes, em 8 minutos. Na última rodada, ficou em quadra 23 minutos, a maior participação numa partida em seu ano de estreia. Até o momento, Nádia possui 2,8 pontos e 1,5 rebotes de média.

Damiris viveu uma situação oposta em Minnesota. Com a ausência de Rebekkah Brunson e Devereaux Peters, afastadas por contusão, a jovem ala/pivô brasileira ganhou a posição de titular na equipe campeã de 2013 e pôde atuar por  mais de 25 minutos por jogo em diversas partidas.

Seu início foi surpreendente, atingindo a melhor marca na temporada com 17 pontos e 5 rebotes em 13 de maio. Após algumas rodadas, porém, seu rendimento começou a oscilar muito. Mesmo com bom tempo de quadra, Damiris registrou 6 pontos ou menos em dezesseis jogos.

A partir da volta da titular Rebekkah Brunson e da total recuperação física de Devereaux Peters, a novata brasileira viu seu tempo de quadra minguar, ficando de fora de algumas partidas por opção de sua treinadora em alguns jogos.

Nas últimas três rodadas, voltou ao Brasil para resolver problemas pessoais e é aguardada de volta pela equipe para o início dos playoffs.

Apesar das oscilações, Damiris segue muito elogiada pela imprensa local, pela comissão técnica e é vista pela diretoria da franquia como uma das principais apostas para o futuro do time. Ela fechou a temporada regular com médias de 6 pontos e 5 rebotes.

O saldo da temporada das três brasileiras na WNBA é extremamente positivo, o que aumenta as expectativas para um bom desempenho do Brasil no Mundial da Turquia, em pouco mais de um mês.

Na seleção brasileira, Erika, Nádia, Damiris, juntamente com Clarissa formarão um dos melhores garrafões do mundo. Que a nossa comissão técnica saiba se utilizar do que temos de melhor, desenhando jogadas inteligentes para aproveitar o potencial de nossas pivôs e fazendo com que a bola chegue com eficiência em nosso garrafão, que é com certeza, o ponto mais forte da equipe.